Boletim Carvalhaes: Café fecha semana em alta com incertezas sobre safra brasileira
Chuvas fora de época, estoques globais baixos e previsão de El Niño sustentam as cotações no início da safra 2026/27
Chuvas fora de época, estoques globais baixos e previsão de El Niño sustentam as cotações no início da safra 2026/27
Avanço da colheita reforça expectativa de menor oferta de cafés de qualidade e mantém negociações lentas no mercado físico
Chuvas durante a colheita no Brasil e oferta restrita aumentam a volatilidade das cotações nas bolsas internacionais
Chuvas fora de época no Brasil e a previsão de um novo El Niño elevam as preocupações com a oferta global e impulsionam os preços do arábica e do robusta
Contratos de arábica e robusta encerram a semana passada com valorização em Nova York e Londres, enquanto chuvas atípicas para junho atrasam a colheita e reduzem a qualidade média da safra 2026/27
"Para os negócios de café, a semana passada acabou mais cedo", informa o Boletim Carvalhaes, publicado na segunda-feira (22). Com o feriado de sexta-feira (19) nos EUA, informa o comunicado semanal, não houve pregão na ICE Futures US, em Nova York, principal termômetro do mercado de café, e o dia foi calmo, "praticamente paralisado".
Chuvas no Brasil, exportações menores de arábica e preocupações com o El Niño fortalecem a valorização do café nas bolsas internacionais e aumentam as incertezas sobre a oferta global
Enquanto operadores apostam em uma safra brasileira recorde em 2026/2027, fatores como estoques globais baixos, tensões geopolíticas e riscos climáticos seguem fora do radar e perdem força na formação dos preços
Mercado segue pressionado pelas projeções de uma safra brasileira recorde em 2026/27, enquanto estoques globais permanecem apertados e analistas alertam para riscos climáticos associados ao novo El Niño
Mesmo com expectativa de uma colheita brasileira histórica em 2026/27, participantes do Seminário Internacional do Café em Santos apontam estoques baixos, avanço do consumo, riscos climáticos e instabilidade global como fatores que mantêm elevado o grau de incerteza no setor
A perspectiva de uma safra brasileira recorde, somada às tensões no Oriente Médio e ao avanço do dólar, aumentou a volatilidade nas bolsas internacionais e pressionou as cotações do café ao longo da semana
Estimativas divergentes para a safra brasileira, estoques reduzidos, clima irregular e tensões geopolíticas aumentam a insegurança dos agentes do mercado e intensificam a volatilidade nas bolsas de café
Na quinta (30), os contratos de arábica para julho próximo na ICE Futures US oscilaram 735 pontos
Arábica e robusta recuam pressionados por clima seco que acelera a colheita, enquanto estoques certificados seguem em queda e mercado físico no Brasil permanece travado
Com embarques em queda no ano-safra 2025/26, o mercado de café reage ao avanço da colheita no Brasil e a um cenário global mais estável, pressionando as cotações nas bolsas internacionais
Superávit global e tensão no Oriente Médio elevam a aversão ao risco e aumentam a volatilidade no mercado de café, com impacto também nos preços no Brasil
Disparada histórica do petróleo e incertezas geopolíticas ampliam oscilações do arábica e robusta, travando negócios no físico mesmo com quedas nas bolsas
Alta do petróleo e volatilidade cambial elevam despesas no campo enquanto incertezas sobre a safra 2026/27 e estoques baixos pressionam as cotações em Nova York e Londres
Queda se intensifica em 2026, enquanto tensões no Oriente Médio elevam custos logísticos e impulsionam preços do café nas bolsas internacionais
Total embarcado pelo país nos dois primeiros meses de 2026 soma 5.410.145 sacas, 27,28% (2.030.145 sacas) a menos que as 7.440.290 sacas embarcadas no mesmo período de 2025
Fechamento do Estreito de Ormuz após ataque envolvendo EUA, Israel e Irã afeta transporte global de commodities e impulsiona preços nas bolsas
Com expectativa de safra maior no Brasil após a regularização das chuvas, contratos de arábica e robusta recuam nas bolsas internacionais
Precipitações devem proporcionar uma boa produção, com crescimento mais vigoroso dos frutos e menor queda na fase de maturação
Contratos em Nova York e Londres fecham semana passada em alta moderada, enquanto estoques certificados acumulam queda de 53,7% em 2025 e embarques refletem oferta restrita e menor ritmo de vendas externas