Giro de Notícias

11/05/2010

Mercado físico desvaloriza mesmo com alta nos futuros

Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (10) em alta no mercado futuro e em queda no físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve alta de 40 pontos, fechando a 133,55 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 283,92, com desvalorização de 1,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Acredita-se que a queda no mercado interno tenha sido motivada pela evolução da colheita no País.

11/05/2010

Argentina limitará importação de alimentos

Na última sexta-feira (7), o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, avisou aos supermercadistas argentinos que, a partir de 1º de junho, estará proibida a importação de alimentos processados que também sejam feitos localmente. Se a medida realmente entrar em vigor, uma alta fonte do governo brasileiro já avisou que vai retaliar a Argentina em alimentos similares aos que forem atingidos. No 1º trimestre do ano, o país vizinho importou US$ 81 milhões em alimentos processados brasileiros e vendeu US$ 190 milhões para o Brasil.

10/05/2010

Safra alta, mas falta renda para tocar propriedade

Segundo os números da Conab, a estimativa da safra de café para este ano está entre os destaques. "A previsão alta é sempre boa. O que paga a conta é produção. Se o produtor está produzindo mais, ele realmente vai ter uma renda. Agora, o que está acontecendo é que, devido a fatores como dólar, por exemplo, o produtor não está obtendo o preço e a renda para tocar a propriedade", explicou José Edgard Paiva, presidente da Cooperativa de Cafeicultores de Minas Gerais.

10/05/2010

BM&FBovespa: perspectivas do mercado de café 2010/11

A BM&FBOVESPA e o MAPA promoveram em São Paulo, o Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2010 e 2011, no último dia 04 de maio. No painel de perspectivas do mercado de café, Carlos Brando, da P&A Marketing, foi o coordenador da mesa, contando ainda com Luiz Otávio Araripe, diretor da Valorização Empresa de Café (palestrante) e João Carlos Hopp Junior, da Exportadora Guaxupé (debatedor). Os especialistas analisaram o mercado e discutiram as perspectivas para os próximos anos.

07/05/2010

Conab: segunda estimativa da safra brasileira 2010

A previsão atual para a produção nacional de café beneficiado indica 47,04 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado. O resultado representa um acréscimo de 19,2%, ou de 7,57 milhões de sacas, quando comparado com a produção de 39,47 milhões de sacas obtidas na safra 2009. Tal crescimento é justificado pelo ano de bienalidade positiva, aliado às condições climáticas favoráveis até o mês de dezembro/2009. Confira o relatório completo com as influências climáticas e avaliação por estado.

07/05/2010

Cecafé: exportação em abril cai 9,7% frente a 2009

As exportações brasileiras de café no mês de abril alcançaram um volume de 2.254.483 sacas, para uma receita de US$ 354,8 milhões. O mês apresenta variação negativa de 9,7% no volume em relação a 2009 (2.497.107). Na receita, entretanto, a variação foi positiva em 8,3%, em comparação com o mesmo mês no ano passado (foram US$ 327.5 milhões em 2009). O balanço foi divulgado ontem (06) pelo Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

07/05/2010

Wagner Rossi: momento é positivo para café brasileiro

A retomada do consumo de café após a crise econômica mundial, aliada à queda dos estoques mundiais e à retração de países produtores concorrentes, proporciona cenário positivo para o produto brasileiro, na opinião do ministro da Agricultura, Wagner Rossi. "A produção da cafeicultura brasileira está solidamente encaminhada para um aumento muito equilibrado", afirmou, nesta quinta-feira (6), durante o anúncio do segundo levantamento da safra 2010 de café.

07/05/2010

CNC concorda com estimativa da Conab

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou, ontem (06), uma colheita de 47,042 milhões de sacas de 60 kg. O Conselho Nacional do Café (CNC), de acordo com as informações recebidas de nossas cooperativas, endossa os números projetados pela estatal, salientando que a safra 2010 não deve ser maior que 47 milhões de sacas em função da inversão climática ocorrida a partir da segunda quinzena de dezembro, que causou perdas expressivas, além de desencadear maior incidência de pragas e doenças em algumas regiões do cinturão produtor.