Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve alta de 155 pontos, fechando a 136,80 centavos de dólar por libra-peso. Os contratos para julho/10 terminaram o pregão a 136,85 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 70 pontos frente as cotações da véspera.
Apesar da alta, analistas disseram que o mercado já passa a encontrar certa resistência, uma vez que os preços estão próximos das máximas registradas na semana passada. Além disso, a grande safra brasileira é considerada um fator limitante para altas mais expressivas no mercado internacional, segundo a Dow Jones Newswires.
Gráfico 1. Contrato café, ICE Futures U.S.

A BM&FBovespa acompanhou Nova York e encerrou o pregão em alta. O vencimento setembro/10 teve alta de US$ 1,00, fechando a US$ 162,75 a saca. Os contratos para maio/10 e julho/10 também apresentaram valorizações, porém o vencimento julho/10 não apresentou nenhum contrato negociado ontem (11).
Tabela 1. Comparativos das principais Bolsas de café

Dólar
A cotação da moeda norte americana encerrou o dia com queda de 0,67%, sendo cotada a R$ 1,772. Referências favoráveis colaboraram para o dia positivo nos mercados, ajudando a ofuscar as preocupações sobre o futuro da crise fiscal europeia. Diante desse cenário mais propenso para a tomada de risco, a moeda norte-americana acabou perdendo espaço para investimentos com caráter menos conservador.
Gráfico 2. Cotação do dólar (R$)

Mercado físico
No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 287,10, com valorização de 0,70%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A variação no mês acumula valorização de 1,22%.
Mercado segue firme aguardando maior volume de cafés da nova safra.
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Tabela 2. Principais Indicadores e cotação do Dólar

Natália Fernandes, Equipe CaféPoint