Giro de Notícias

28/01/2011

Pesquisadores alertam para Mancha Aureolada

No início de janeiro, pesquisadores do Instituto Biológico (IB) - Flávia Patrício, Irene Almeida e Luís Beriam, com a parceria dos pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC), Luiz Carlos Fazuoli e Masako Braghini, lançaram um comunicado técnico sobre a incidência da mancha aureolada e as formas de controle. O alerta é justificado devido ao ataque severo aos cafezais, sendo a doença constatada recentemente em diversas regiões, principalmente do Estado de São Paulo, do Cerrado e do Sul de Minas Gerais.

28/01/2011

Colômbia: chuva impede florescimento de cafeeiros

A província maior produtora de café da Colômbia poderá ter uma redução na produção nesse ano, a menos que haja luz solar suficiente nas próximas semanas permitindo que as plantas floresçam e, mais tarde, frutifiquem. A produção na província de Antioquia provavelmente se manterá igual ou cairá com relação à produção do ano anterior, de 1,43 milhão de sacas, Luis Fernando Botero, diretor executivo regional da Federação Nacional de Produtores de Café da Colômbia. A produção para a primeira metade do ano cairá após o clima úmido, disse ele.

28/01/2011

Seguro de receita agrícola estreia no mercado brasileiro

A UBF acaba de lançar a primeira apólice de seguro agrícola do país que cobre uma parte da receita esperada pelo agricultor com a venda da produção, e não apenas os gastos com o custeio de safra. Antiga reivindicação dos agricultores brasileiros, a novidade, pioneira na América Latina, mas muito utilizada nos Estados Unidos, está disponível apenas para a soja e chegou ao mercado em um lote-piloto de dez apólices negociadas no Paraná.

27/01/2011

Davos: recuperação da economia ainda está ameaçada

O mundo está indiscutivelmente melhor que há um ano, mas não faltam riscos ameaçando as perspectivas de recuperação da economia global. Os mais citados no primeiro dia do Fórum Econômico de Davos foram o desequilíbrio fiscal dos Estados Unidos, a crise dos países periféricos da Europa, as turbulências políticas causadas pela alta dos alimentos, especialmente no Oriente Médio, e a capacidade de os principais emergentes, como China, Índia e Brasil, realizarem um "pouso suave" de suas economias superaquecidas. Além disso, como causa mais profunda de quase todos esses problemas, há a persistência dos grandes desequilíbrios macroeconômicos globais, levando a guerras comerciais e cambiais, e à grande volatilidade nos mercados financeiros. E, como falha mais gritante da recuperação, a crise do emprego nos países ricos persiste.

27/01/2011

Mercado continua firme e volta registrar fortes altas

As cotações do café arábica encerraram essa quarta-feira (26) em alta, mostrando a firmeza do mercado, após dois dias consecutivos de queda em função de realizações de lucros. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve forte valorização de 625 pontos, fechando a 237,50 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 446,96, com forte valorização de R$ 16,64, segundo o indicador Cepea/Esalq.

27/01/2011

Recorde: brasileiro consome 81 litros de café por ano

O consumo per capita de café torrado no Brasil atingiu marca histórica e quebrou o grande recorde registrado há 45 anos. Em 2010, o consumo foi de 4,81 kg por habitante, volume que supera os 4,72 kg registrados em 1965 pelo IBC - Instituto Brasileiro do Café, até então o maior índice. O consumo per capita de 4,81 kg registrado em 2010, que equivale a quase 81 litros de café por pessoa por ano, foi 3,5% maior ao registrado em 2009 (que ficou em 4,65 kg).

27/01/2011

Forte demanda global anima indústria de fertilizantes

As companhias de fertilizantes estão otimistas com a crescente demanda global pelos produtos, que parece crescer de 2% a 3% por ano. Um dos principais investidores no setor é a mineradora brasileira Vale, que espera despender US$ 12 bilhões nos próximos sete a dez anos para impulsionar a produção de fertilizantes dos 10 milhões de toneladas atuais para cerca de 26 milhões de toneladas. O otimismo para os fertilizantes se baseia na demanda crescente por proteína animal de alta qualidade e por óleos vegetais. Outros fatores impulsionam a demanda, como o aumento do consumo de alimentos na China e na Índia, assim como as necessidades do setor de biocombustíveis.

26/01/2011

Regulamentação da profissão de barista evolui

Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 8047/10, do Senado, que regulamenta a profissão de barista. A proposta define barista como profissional responsável pela impressão da arte no preparo artesanal de cafés de alta qualidade. Para exercer a atividade, será necessário comprovar habilitação em cursos oficiais ou reconhecidos e ministrados por instituições públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras - desde que o certificado seja revalidado no Brasil.

26/01/2011

Kátia Abreu pede atualização de política agrícola

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu a atualização da política agrícola brasileira como forma de viabilizar a atividade agropecuária. A senadora lembrou ao ministro que o fortalecimento do setor agrícola depende de uma política moderna que reúna mecanismos públicos de subvenção e instrumentos privados de mercado, como os contratos futuros e de opções.

26/01/2011

Em baixa, indicador do arábica fecha a R$ 430,32/saca

As cotações do café arábica encerraram em baixa pelo segundo dia consecutivo, puxadas por realizações de lucros. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve forte desvalorização de 605 pontos, fechando a 231,25 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 430,32, com desvalorização de R$ 5,81, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 17,24/saca.

25/01/2011

Comercialização conjunta beneficia produtores

A Associação dos Agricultores Familiares de Santo Antônio do Amparo (AAFSAA) comemora a venda de um lote de 180 sacas de cafés provenientes de oito propriedades, diretamente para uma importadora americana. A comercialização revela uma série de conquistas, além de um ágio em torno de R$ 100,00 por saca. Reforça, sobretudo, a ideia de que a união dos produtores familiares é uma alternativa para a ampliação da qualidade do produto, para formação de lotes unificados e para o escoamento da safra de forma mais ordenada.