Giro de Notícias

15/02/2011

Sem sinais de aumento de oferta, preços batem recorde

As altas dos preços do café arábica continuam sendo sustentadas pelo cenário que oferta muito baixa do produto a nível mundial, enquanto a demanda segue aquecida. Diante disso, as cotações começaram a semana registrando valorizações tanto nos mercados futuros como no físico. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve valorização de 670 pontos, fechando a 258,65 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 497,76, com valorização de R$ 8,02, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação acumula alta de R$ 36,86/saca.

14/02/2011

Falta café fino; demais tipos de café se valorizam

Após registrar consecutivas e fortes altas na semana, atingindo preços recordes, as cotações do arábica encerraram a sexta-feira (11) em queda, nos mercados futuros, em função de realização de lucros. A falta de café no mercado brasileiro impediu que os preços caíssem. Segundo Cepea, os preços do café arábica bebida rio (tipo 7) começaram a reagir no mercado interno pois com a menor disponibilidade de grãos mais finos, o número de compradores em busca deste tipo de grão aumentou.

11/02/2011

Cresce compra de terras brasileiras por estrangeiros

Enquanto o governo brasileiro avalia impor limites à compra de terras por estrangeiros, multiplicam-se as aquisições fechadas em outros idiomas nas principais regiões agrícolas do país. Ainda que na maior parte dos casos a discrição seja vital para o acerto e players estabelecidos no mercado afirmem que esperavam um número de transações maior do que o noticiado, o fato é que o movimento está em curso e ainda deverá ganhar mais força.

11/02/2011

Consumidor pode estranhar mais robusta no blend

A indústria de café deve enfrentar resistência de grande parte dos consumidores se quiser utilizar mais café robusta em suas misturas. Com os preços altos do café arábica, usar mais robusta pode ser uma opção economicamente viável, mas as características sensoriais desse café são diferentes. Segundo observadores do mercado, há alguns anos os consumidores da bebida passaram a conhecer melhor os diferentes tipos de café e, portanto, não aceitarão grandes mudanças. As torrefadoras raramente comentam sobre alterações nas misturas ou estratégias de compra.

11/02/2011

Arábica: mais um dia de alta mas com poucos negócios

A escasses de oferta, principalmente de cafés de qualidade, continua sustentando as cotações do café arábica, que encerraram a quinta-feira (10) em alta pelo segundo dia consecutivo. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve valorização de 200 pontos, fechando a 255,60 centavos de dólar por libra-peso. Na BM&FBovespa o vencimento março/11 fechou cotado a US$ 336,85, com valorização de US$ 1,25, com 4.010 contratos em aberto. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 489,10, com valorização de R$ 1,97, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação acumula alta de R$ 28,19/saca.

10/02/2011

Fedecafe: produção da Colômbia salta 76% em janeiro

A produção de café da Colômbia aumentou 76% em janeiro, para 908 mil sacas, ante 515 mil sacas no mesmo período de 2010, informou nesta quarta-feira a Federação Nacional dos Cafeicultores do país (Fedecafe). De acordo com a entidade, as exportações colombianas do grão atingiram 815 mil sacas no mês passado, cerca de 50% acima das 541 mil sacas registradas em janeiro do ano anterior. Os números de embarque da federação incluem café verde, solúvel, torrado e de outros tipos.

10/02/2011

Sul de MG: comercialização da safra 2010 está em 85%

A comercialização de café no sul de Minas Gerais está em 85% da safra total 2010 da região. A análise parte de fonte da área de comercialização de uma grande cooperativa que atua no sul-mineiro. A fonte destacou que o volume de estoque é pequeno, e quem ainda detém café para a venda da safra passada vai segurar os grãos e esperar por melhores momentos, por novas altas nas cotações para negociar. "Agora o mercado está travado", comentou a fonte.

10/02/2011

Preço mínimo do café: média ou preços regionalizados?

Em artigo publicado ainda essa semana aqui no CaféPoint, Carlos Paulino, presidente da Cooxupé, sugeriu ao Governo que elevassem o preço mínimo do café, visto que está completamente fora da realidade. O leitor do CaféPoint Willem Guilherme de Araújo, de Guaxupé/MG, comentou que o preço mínimo ideal deveria ser um preço médio que refletisse as diferenças das regiões produtoras. Já o leitor Paulo André Colucci Kawasaki sugere preços míminos regionalizados, respeitando as características e a realidade dos custos de produção de cada parte do cinturão produtor. Qual sua opinião?