O cafeicultor que durante o último período de dificuldades do setor deixou de investir em tratos culturais, agora não está conseguindo aproveitar o bom momento da atividade, cujos preços são considerados remuneradores.
O gerente comercial de café da Cocamar, Adenir Fernandes Volpato, afirma que a cafeicultura, hoje uma das atividades mais atraentes e rentáveis do agronegócio, continua dando pouco ou quase nenhum retorno para aqueles que, no passado recente, descuidaram da lavoura. "A recuperação das árvores é lenta, não tem como ser imediatista", diz.
Volpato observa que o produtor precisa conduzir a sua atividade com profissionalismo e mentalidade empresarial. "O negócio não é só produzir café, é colher resultados". Ele explica: é preciso ter qualidade que atenda às exigências do mercado, produtividade e custo reduzido para ser competitivo.
A média de produtividade na região da Cocamar está ao redor de 15 sacas beneficiadas por hectare, considerada baixa. "O ideal é que fosse o dobro", afirma o gerente. Nesse patamar, garante ele, há muita gente que acaba levando prejuízo.
O recado é dirigido também àqueles que investiram e agora estão lucrando: "É preciso, mesmo neste momento positivo, continuar reduzindo custos".
As informações são da Assessoria de Imprensa da Cocamar, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Produtor que descuidou não aproveita bom momento
O cafeicultor que durante o último período de dificuldades do setor deixou de investir em tratos culturais, agora não está conseguindo aproveitar o bom momento da atividade, cujos preços são considerados remuneradores.
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DIOGO DIAS TEIXEIRA DE MACEDO
SÃO SEBASTIÃO DA GRAMA - SÃO PAULO
EM 12/02/2011
Falar é fácil ... e papel aceita tudo ... quero ver fazer sem der de onde tirar e todo ano amargar em prejuízo ... isso demanima e desentimula qualquer um ... em qualquer negócio ... se o cafeicultor não fosse "apaixonado" pela atividade e conduzisse a atividade com "profissionalismo" ele teria abandonado a atividade a anos atrás.