Boletim Carvalhaes: Café recua nas bolsas com avanço da safra brasileira
Entrada da nova safra pressiona preços, enquanto estoques baixos e cautela dos produtores limitam a oferta no mercado
Entrada da nova safra pressiona preços, enquanto estoques baixos e cautela dos produtores limitam a oferta no mercado
Nos últimos dois meses, já saíram 11 milhões de sacas de café de nossos estoques; floradas antecipadas e entrada da safra 2026 no mercado alimentam especulações sobre a oferta e pressionam cotações do café
Entrada da nova safra e entrega de vendas antecipadas contribuíram para queda semanal de 5,51% nos contratos de arábica em Nova York e de 2,80% nos de robusta em Londres
Arábica caiu 3,04% em Nova York e robusta perdeu 2,46% em Londres, pressionados por incertezas sobre oferta e cenário econômico
Arábica sobe até 6,11% na semana, enquanto produtores seguram vendas diante de incertezas climáticas e econômicas
Queda na exportação do arábica atinge menor nível desde 2018; terremoto na Colômbia pressiona mercado global
Chuvas fora de época, estoques globais baixos e previsão de El Niño sustentam as cotações no início da safra 2026/27
Avanço da colheita reforça expectativa de menor oferta de cafés de qualidade e mantém negociações lentas no mercado físico
Chuvas durante a colheita no Brasil e oferta restrita aumentam a volatilidade das cotações nas bolsas internacionais
Chuvas fora de época no Brasil e a previsão de um novo El Niño elevam as preocupações com a oferta global e impulsionam os preços do arábica e do robusta
Contratos de arábica e robusta encerram a semana passada com valorização em Nova York e Londres, enquanto chuvas atípicas para junho atrasam a colheita e reduzem a qualidade média da safra 2026/27
"Para os negócios de café, a semana passada acabou mais cedo", informa o Boletim Carvalhaes, publicado na segunda-feira (22). Com o feriado de sexta-feira (19) nos EUA, informa o comunicado semanal, não houve pregão na ICE Futures US, em Nova York, principal termômetro do mercado de café, e o dia foi calmo, "praticamente paralisado".
Chuvas no Brasil, exportações menores de arábica e preocupações com o El Niño fortalecem a valorização do café nas bolsas internacionais e aumentam as incertezas sobre a oferta global
Enquanto operadores apostam em uma safra brasileira recorde em 2026/2027, fatores como estoques globais baixos, tensões geopolíticas e riscos climáticos seguem fora do radar e perdem força na formação dos preços
Mercado segue pressionado pelas projeções de uma safra brasileira recorde em 2026/27, enquanto estoques globais permanecem apertados e analistas alertam para riscos climáticos associados ao novo El Niño
Mesmo com expectativa de uma colheita brasileira histórica em 2026/27, participantes do Seminário Internacional do Café em Santos apontam estoques baixos, avanço do consumo, riscos climáticos e instabilidade global como fatores que mantêm elevado o grau de incerteza no setor
A perspectiva de uma safra brasileira recorde, somada às tensões no Oriente Médio e ao avanço do dólar, aumentou a volatilidade nas bolsas internacionais e pressionou as cotações do café ao longo da semana
Estimativas divergentes para a safra brasileira, estoques reduzidos, clima irregular e tensões geopolíticas aumentam a insegurança dos agentes do mercado e intensificam a volatilidade nas bolsas de café
Na quinta (30), os contratos de arábica para julho próximo na ICE Futures US oscilaram 735 pontos
Arábica e robusta recuam pressionados por clima seco que acelera a colheita, enquanto estoques certificados seguem em queda e mercado físico no Brasil permanece travado
Com embarques em queda no ano-safra 2025/26, o mercado de café reage ao avanço da colheita no Brasil e a um cenário global mais estável, pressionando as cotações nas bolsas internacionais
Superávit global e tensão no Oriente Médio elevam a aversão ao risco e aumentam a volatilidade no mercado de café, com impacto também nos preços no Brasil
Disparada histórica do petróleo e incertezas geopolíticas ampliam oscilações do arábica e robusta, travando negócios no físico mesmo com quedas nas bolsas
Alta do petróleo e volatilidade cambial elevam despesas no campo enquanto incertezas sobre a safra 2026/27 e estoques baixos pressionam as cotações em Nova York e Londres