Angola produz 67 mil sacas na safra 2006/7
A safra de café 2006/7 de Angola será de 4 mil toneladas, ou cerca de 67 mil sacas. Em 2005, segundo a OIC, foram colhidas 75 mil sacas.
A safra de café 2006/7 de Angola será de 4 mil toneladas, ou cerca de 67 mil sacas. Em 2005, segundo a OIC, foram colhidas 75 mil sacas.
Representantes do agronegócio do café reuniram-se, em 20/06/06, com o ministro Roberto Rodrigues, para discutir aspectos ressaltados no documento "A real situação da cafeicultura", recentemente entregue à bancada ruralista.
Foi cancelada a audiência pública da Comissão Especial da Câmara, criada para examinar a gestão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).
A torrefadora de cafés gourmet Café do Centro une-se a um grupo de investidores japoneses com planos de abrir 100 cafeterias, nos próximos dez anos, em diferentes países do continente asiático. A primeira loja foi inaugurada em Tóquio, em 28 de maio de 2006.
A comissão especial da Câmara, criada para examinar a gestão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), realizará audiência pública, amanhã 21/6, às 14:00.
Produção e exportação de café da Colômbia cresceram, em maio, se comparadas ao mesmo mês de 2005. No entanto, no acumulado de 12 meses, houve redução de 2,9% na quantidade de café produzido.
Diante de um quadro atípico, com investidores vendidos no período de inverno no Brasil, as bolsas caem, podendo estar por trás da diminuição do ritmo de colheita do café arábica, com os produtores buscando melhor qualidade.
Um estudo publicado pela revista científica americana <i>Archives of Internal Medicine</i> indica que o consumo de café protege o fígado contra a cirrose alcoólica. Foram analisadas informações acerca dos hábitos de vida, do consumo de café e de manifestação de doenças hepáticas de cerca de 125.000 pessoas, ao longo de sete anos.
Segundo o gerente de comercialização da Cocamar, produção do café não acompanha aumento do consumo, os estoques mundiais são os mais baixos dos últimos vinte anos e uma intempérie poderia levar o preço do produto às alturas.
Aproveitando exposição natural do Brasil, durante a Copa da Alemanha, o Mapa promove campanha para divulgar a qualidade do alimento brasileiro e mostrar que o país não é apenas um exportador de commodities agrícolas.
Luiz Carlos Fazuoli recebeu o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Ciência Aplicada ao Campo 2005 em reconhecimento a sua capacidade de transformar conhecimento científico em tecnologia aplicada aos cafezais.
A safra de café 2006/07 está projetada para 40,6 milhões de sacas de 60 quilos, com um crescimento de 23%, em relação à safra passada.
Nos primeiros seis meses do ano produtivo de café na Indonésia, desde outubro/05, as exportações totalizaram somente 2,63 milhões de sacas, 13,48% a menos do que no mesmo período do ano anterior.
Em seu relatório de maio de 2006, o diretor-executivo da OIC, Nestor Osório, aponta queda nos estoques mundiais de café, mas ressalta quedas nas bolsas. Cita também programas de promoção de consumo.
Relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Mapa, com base em dados do MDIC, registra queda 1,4% na receita com exportação de grãos de café verde, nos cinco primeiros meses de 2006.
A Bahia ocupa o terceiro lugar no ranking nacional de recolhimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas - 85,6% dos vasilhames - e realiza seminários sobre o tema, com o objetivo de incrementar ainda mais este resultado.
Preços do café caem à medida em que avança a colheita. Exceção é apenas para o café conilon.
O mercado de café em MT é promissor, mas problemas com broca, deficiências na colheita e estradas ruins prejudicam a qualidade. Além disso, a falta de volume de produção leva as empresas a adquirir, em outros estados, parte significativa do café consumido.
O café é um dos sete produtos brasileiros que estão na fila para receber o registro de Indicação Geográfica do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Ao todo, 14 produtos estão sendo analisados.
Starbucks, Dunkin´ Donuts, McDonald´s e Burger King disputam mercado de US$ 8,4 bilhões.
O Brasil será o grande responsável pelo aumento de 9,7% da produção mundial de café no ano-safra que começa dia 1º de outubro, comparado ao mesmo período anterior. Segundo a USDA (Departamento da Agricultura dos Estados Unidos), serão produzidas 123,6 milhões de sacas. A safra brasileira crescerá 25%, passando para 44,8 milhões de sacas.
O Museu Paulista (MP) da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga, está recebendo trabalhos para o <i>I Seminário de História do Café: História e Cultura Material</i>, que será realizado no Museu Republicano Convenção de Itu, também da USP, de 13 a 17 de novembro. O evento é promovido tendo em vista o centenário da assinatura do Convênio de Taubaté.
Em uma das últimas áreas com café da capital, pertencente ao Instituto Biológico e próximo ao Parque do Ibirapuera, a Secretaria de Agricultura e a Câmara Setorial do Café do Estado abrem, na quarta-feira, a Campanha Sabor da Colheita 2006.
As novas e mais restritivas regras japonesas sobre a presença de resíduos de agroquímicos, podem prejudicar as exportações brasileiras de café. Hoje o Japão é o quarto maior mercado do café brasileiro, atrás de Alemanha, Estados Unidos e Itália, respondendo por 10% da receita cambial obtida pelo Brasil no ano passado com exportações de US$ 233 milhões.