Mesmo sem queda de temperatura, o preço do café reagiu na Bolsa de Nova Iorque. A cotação da commodity, que oscilava 1% para baixo ou para cima, desde 19 de junho, registrou alta de 2,5% nos contratos para setembro, fechando o dia em 99,10 centavos de dólares por libra-peso, maior patamar desde 08 de junho.
De acordo com notícia do jornal Valor, em Londres, os contratos para setembro fecharam em US$ 1.202 a tonelada, aumento de US$ 35, (3%). Especuladores foram fortes compradores, segundo a Reuters. No mercado paulista, a saca de 60 quilos fechou a R$ 218,92, segundo o índice Cepea/Esalq.
De acordo com o analista de mercado da Safras & Mercado, Gil Barabach, em notícia da Gazeta Mercantil, "os fundos e especuladores estavam muito vendidos. Até agora, eles não pareciam muito preocupados com o inverno no Brasil", disse o analista, lembrando que as chances de geada, a partir de agora, tendem a aumentar, incentivando a compra.
Café valoriza 2,5% na Bolsa de Nova Iorque
Mesmo sem queda de temperatura, o preço do café reagiu nas bolsas. O analista de mercado da Safras & Mercado, Gil Barabach, relaciona a alta a coberturas de posições excessivamente vendidas.
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