Juan Valdez já tem 16 lojas no Equador
As lojas de café Juan Valdez, da Colômbia, estão crescendo no Equador com a abertura de seis novos estabelecimentos que serão apresentados nessa semana nesse país.
As lojas de café Juan Valdez, da Colômbia, estão crescendo no Equador com a abertura de seis novos estabelecimentos que serão apresentados nessa semana nesse país.
Mercado de café encerrou a quinta-feira (18) com forte valorização, impulsionada principalmente pela desvalorização da moeda norte americana. Em Nova York o primeiro vencimento, dezembro/10, teve valorização de 920 pontos, fechando a 208,65 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 363,14, com alta de 3,04%, segundo indicador Cepea/Esalq.
Após um década afastado do comando da Organização Internacional do Café (OIC), o Brasil quer voltar a controlar os rumos da outrora poderosa associação de 77 países produtores e consumidores do grão no planeta. O mais cotado para ocupar a diretoria-executiva do organismo a partir de 2011 é o economista Robério Oliveira Silva, atual diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura.
A receita cambial com exportação de café verde apresentou elevação de 30,37% nos primeiros 10 meses do ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. O faturamento alcançou US$ 3,962 bilhões, ante US$ 3,039 bilhões. A receita com café solúvel apresentou elevação de 16,13% nos primeiros 10 meses deste ano, conforme relatório divulgado pela Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) liberou, até 12 de novembro, no total em 2010 R$ 1,2 bilhões de recursos do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) para colheita, estocagem, FAC (Financiamento de Aquisição de Café) e custeio.
A Associação de Café Verde dos Estados Unidos (GCA, na sigla em inglês) divulgou que o volume dos estoques de grão verde norte-americano diminuiu 319.305 sacas de 60 kg em 31 de outubro passado, abaixo de 4 milhões de sacas, para 3.930.321 sacas, ante 4.249.626 sacas no dia 30 de setembro.
Os preços de alimentos atingiram a maior alta em dois anos e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alerta que o aumento tem tudo para continuar em 2011. No relatório anual publicado ontem (17), a entidade afirma que o mundo deve se preparar para um cenário de alta de preços de alimentos e inflação que já afeta de forma negativa a balança comercial de cerca de 70 países.
A Costa Rica disse que teve mais perdas no ciclo de café de 2010/11 devido ao fato de o país ter sido afetado novamente na semana passada por chuvas torrenciais, que esperam ser as últimas da temporada desse ano.
Depois de quase três semanas na Europa discutindo em diferentes fóruns expansão da agricultura e mudança no uso da terra, cheguei à conclusão de que valeria a pena trazer os pontos do debate internacional, por mais absurdos que sejam - e alguns o são muito -, para a opinião pública brasileira. De longe, o tema da mudança no uso da terra é a questão estrutural mais relevante para os produtores agrícolas do Brasil e do mundo. Vários argumentos, vindos de variadas direções, jogaram-na no centro do debate.
O México exportou 103,64 mil sacas de 60 kg de café em outubro, o que representa volume 28,2% menor do que no mesmo mês do ano passado, de acordo com o Ministério da Agricultura do país. Em valor, a exportação no primeiro mês da safra 2010/11 caiu 18,9%, para US$ 22,6 milhões. O ciclo corre de outubro a setembro.
Especialistas concluem que no encontro do G-20 quase nada foi definido. Segundo eles, isso significa que a guerra cambial, liderada por EUA e China, deve se aprofundar no curto prazo. "É preciso de certo banho de realismo", disse Delfim Netto, ao ressaltar que os problemas econômicos nos EUA são tão sérios que não há perspectiva de que a Casa Branca atenuará a política de desvalorização de sua moeda.
Deputado apresentará hoje (17), em comissão, parecer favorável à adesão do Brasil ao Acordo Internacional do Café (AIC). Debatedores ressaltam importância de o País liderar a discussão de políticas para o setor cafeeiro. O relator da proposta (PDC 2844/10) de adesão brasileira ao Acordo Internacional do Café, de 2007, deputado Silas Brasileiro (PMDB-MG), ressaltou a importância de ratificar o texto o mais rápido possível para que o País possa apresentar candidato a diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC) - a principal entidade do setor no mundo - no ano que vem.
Os desafios da moderna cafeicultura estarão em debate durante o 2º Simpósio de Certificação de Cafés Sustentáveis, que será realizado de 17 a 19 de novembro, no Palace Hotel, em Poços de Caldas/MG. O CaféPoint participará do evento, transmitindo o conteúdo via twitter. Acompanhe.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, assinou convênio com a Organização das Nações para Agricultura e Alimentação (FAO) e com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) ontem (16) para a recuperação de áreas degradadas, ociosas ou subprodutivas na Amazônia. A ação conjunta prevê investimentos de US$ 2,25 milhões do Mapa nos próximos 18 meses, para a reincorporação dessas áreas ao processo de produção agropecuária sustentável.
Foi distribuída ontem no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, Ação Direta de Inconstitucionalidade apresentada pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), requerendo ao tribunal que dê uma interpretação aos artigos 16 e 44 do Código Florestal que não contrarie a Constituição Brasileira. Os artigos alvo da ação estabelecem as dimensões da Reserva Legal em cada propriedade e definem como ela deve ser protegida ou recomposta. Porém, os mesmos vêm sendo interpretados reiteradamente de forma a desafiar um princípio estabelecido pela Constituição, que proíbe a retroatividade de novas leis.
A redução do café no Paraná preocupa o setor. Líder nacional nos anos 1960, o Estado cultivava 1,6 milhão de hectares, área reduzida para 600 mil nos anos 1980 e para apenas 170 mil em 2000. Com a possibilidade de a área cair para um patamar inferior a 100 mil hectares, os órgãos relacionados ao setor montaram um programa de recuperação de área.
As exportações de café do Vietnã deverão cair nesse mês em cerca de um quinto com relação ao ano anterior, à medida que os estoques da safra anterior estão diminuindo e as chuvas têm atrasado a nova colheita, disseram comerciantes.
O fortalecimento do dólar no mercado internacional fez com que os preços do café na bolsa de Nova York fechassem o pregão de ontem (16) em forte queda. Os contratos com vencimento em março terminaram o dia cotados a US$ 2,005 por libra-peso, retração de 675 pontos. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq do café arábica terminou o dia a R$ 352,30 por saca, queda de 0,86%.
A Starbucks Corp. está implantando uma estrutura de produção de café na China, envolvendo cafezais, processadora e centro de pesquisas. A meta é assegurar oferta para abastecer a demanda crescente pela bebida no país e também obter grão de qualidade, escasso atualmente.
"Cafés de baixa qualidade tem atrapalhado o setor. Os preços do café torrado e moído não sobem", comentou o Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic), Almir José da Silva Filho, durante o 18º Encafé (Encontro Nconal das Indústrias de Café), realizado de 12 a 16 de novembro, em Natal/RN. O evento discutiu principalmente a Instrução Normativa 16, que determina um padrão mínimo de qualidade para café torrado e moído. Ewaldo Wachelke, do Café Casa Verde, acredita que o grande calcanhar de aquiles da IN 16 é a análise sensorial e a questão do técnico responsável por analisar a bebida.
"A produção mundial de café nos preocupa muito mais que a demanda." A afirmação foi feita pelo diretor executivo interino da Organização Internacional do Café (OIC), José Sette. José Sette destacou que a demanda vai bem, mas a oferta gera preocupação, porque os países produtores precisam incrementar suas safras para atender o consumo crescente.
A safra brasileira de café 2010 deverá fechar em torno de 53 milhões de sacas. A avaliação é do diretor geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Guilherme Braga, de acordo com entrevista concedida durante o Encafé 2010 (Encontro Nacional das Indústrias do Café), realizado de 12 a 16, valendo-se de opiniões de mercado.
"Não vejo essa bola estourar no mercado de café." A afirmação é do diretor geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Guilherme Braga, que não acredita que as cotações possam desabar depois das recentes altas nos preços internacionais com o "estouro da bolha das commodities", como se viu em 2008, por exemplo, diante de um forte movimento de vendas de fundos e especuladores. "A tendência é de firmeza com breves instantes de recuos", disse Braga, em entrevista durante o Encafé 2010 (Encontro Nacional das Indústrias do Café).