Giro de Notícias

21/09/2009

México: exportações de café caem 3,7% em agosto

As exportações de café do México em agosto, 11º mês da safra 2008/09 (que vai de outubro a setembro) caíram 3,7%, de 205.429 para 197.776 sacas de 60 quilos quando comparadas aos embarques da safra 2007/08, informou o departamento de café do Ministério da Agricultura do país. Entretanto, as exportações de café do México de outubro a agosto aumentaram 8,7%, de 2,37 para 2,57 milhões de sacas, na comparação com os primeiros 11 meses da safra anterior.

21/09/2009

Cachoeiro de Itapemirim ganha centro de classificação

Produtores de café de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, já contam com um reforço para vender o seu produto. Nesta sexta-feira, 18, foi inaugurado o Centro de Classificação e Degustação do Café, que terá a parceria do Incaper na assistência técnica aos produtores e na orientação para as boas práticas agrícolas que permitem a melhoria da qualidade do café, que será mais valorizado com a classificação dos grãos.

21/09/2009

Chávez ameaça estatizar torrefadoras de café

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta quinta-feira, 17, que seu governo vai estatizar as torrefatoras de café que não estiverem subordinadas "ao interesse do Estado", como parte de seu "projeto socialista" do século XXI. "Ou elas escolhem o caminho da Constituição e do projeto socialista ou vamos encampá-las, sem qualquer problema (...) Vamos convertê-las em propriedade social nas mãos dos trabalhadores", disse Chávez.

17/09/2009

Café: setor deve encontrar alternativas ao endossulfan

Estará aberta, até 03 de novembro, a Consulta Pública 61, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de banimento do ingrediente ativo endossulfam, que é utilizado no cultivo de café para o controle da Broca. Este é um tema de grande relevância e alerta ao setor produtivo do café, já que ainda não existem alternativas de produtos com eficiência comprovada em escala comercial.

17/09/2009

Agricultura - agenda reativa?

Em entrevista ao Estadão no mês passado, um conhecido cientista político afirmou que, entre outros setores, "o capitalismo agrário foi para dentro do governo", ou seja, não faz oposição ao governo Lula. Melhor dito: não tem agenda própria. É uma afirmação que a mim incita discussão e merece análise mais detalhada, não somente do seu significado, mas também das suas implicações, caso ela esteja correta. Afinal, o "capitalismo agrário" brasileiro dança apenas a música do governo?

16/09/2009

MG: um olhar sobre a cafeicultura de Patrocínio

Patrocínio, a cidade do Triângulo Mineiro que nasceu de uma fazenda para abastecer os bandeirantes, investiu na produção de café nas últimas quatro décadas e hoje colhe investimentos. "Patrocínio está próxima de Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo e é favorecida pela malha rodoviária. Está, portanto, num lugar privilegiado para atrair empresas", diz o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Thiago Oliveira.

16/09/2009

CNA: instrução do meio ambiente não traz nada de novo

A CNA considera de fundamental importância esclarecer que a Instrução Normativa nº 04, publicada na edição de 9 de setembro do Diário Oficial da União, que normatiza a exploração da reserva legal sob plano de manejo sustentável, segundo a matéria "Dono pode explorar reserva legal", publicada na edição de ontem, dia 15/9, do jornal O Estado de S.Paulo, não trouxe qualquer inovação ou benefício adicional aos produtores rurais brasileiros. O manejo florestal nas áreas de reserva está previsto na legislação brasileira há mais de 40 anos, desde 1965, quando nem sequer existia ainda a hoje conhecida "reserva legal".

15/09/2009

Café sobe e tem a maior cotação em 4 semanas

Os preços futuros do café dispararam ontem para o maior nível desde 13 de agosto na bolsa de Nova York (ICE Futures US). Os contratos de arábica com entrega em dezembro encerraram o pregão cotados a 133,10 cents/lb, com alta de 5,18%. Segundo analistas, os ganhos foram estimulados por compras de especuladores e torrefadoras. Além disso, contribuíram para o movimento de alta especulações de que o tempo no Brasil e na Colômbia poderá prejudicar a safra desses países e diminuir a oferta mundial.