Giro de Notícias

19/10/2010

Brasil busca aumentar exportações de cafés finos

O Brasil pretende marcar presença no segmento de cafés finos. A verba que o Ministério da Agricultura destina para divulgação do café "made in Brazil" vem crescendo ano a ano. Além do Ministério da Agricultura e do setor privado, que se empenham no marketing internacional do produto, a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) também tem ampliado a atuação no exterior. "Quem quer vender tem de estar lá fora. É preciso mostrar a qualidade do produto", considerou o coordenador de Projetos Setoriais da Apex, Juarez Leal.

18/10/2010

Índia: exportação deve ultrapassar 210 mil toneladas

As exportações de café da Índia cruzarão a marca de 210.000 toneladas (3,5 milhões de sacas de 60 quilos) no atual ano fiscal graças a um aumento de cerca de 75% nos envios no primeiro semestre do ano, informou o Coffee Board do país. "Nossa meta para exportações no atual ano fiscal era de 210.000 toneladas. Considerando os dados dos primeiros seis meses, os envios excederão de longe essa meta", disse o presidente do Coffee Board, Jawaaid Akhtar.

18/10/2010

Renovação do cafezal: aproveite a época e as chuvas

Apesar dos cuidados com o cafezal serem extremamente necessários para se manter a capacidade produtiva do cafeeiro, com o passar do tempo o depauperamento da lavoura acaba reduzindo o potencial da produção. Quando o plantio é mal planejado, uma das sugestões dos agrônomos é a renovação do parque cafeeiro visando o retorno do potencial produtivo que a área plantada pode garantir ao cafeicultor. A época indicada para produção de mudas de café vai de maio a novembro e para plantio vai de dezembro a março.

18/10/2010

Boa florada no Brasil faz preços do arábica recuarem

O indicador Cepea/Esalq do arábica acumulou nova queda na primeira quinzena de outubro (de 01 a 15). No dia 14, a cotação até atingiu os R$ 324,01/saca, porém voltou a cair no dia 15, sendo cotado a R$ 319, 42/saca, registrando desvalorização de 0,27% na quinzena. A queda que iniciou ainda na segunda quinzena de setembro se sustentou devido principalmente às chuvas que estão caindo nas principais regiões brasileiras e a boa florada das lavouras.

18/10/2010

Receita com café verde e solúvel sobe até set/10

A receita cambial com exportação de café verde apresentou elevação de 25,51% nos primeiros nove meses do ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. A receita cambial com exportação de café solúvel apresentou elevação de 15,01%. Os industriais faturaram US$ 383 milhões, em comparação com US$ 333 milhões entre janeiro e setembro do ano passado. Já a receita cambial com café torrado e moído apresentou queda de 35,99%.

15/10/2010

Bolsa de NY pode aceitar entrada de café do Brasil

O Brasil, maior produtor mundial de café, ficou mais próximo nesta semana de se tornar uma das origens que podem entregar o produto contra o vencimento de contratos futuros na bolsa de Nova York (ICE Futures US). O Comitê de Café da ICE recomendou que cafés lavados e semi-lavados cultivados no Brasil possam ser entregues contra o contrato referencial "C" de café arábica na bolsa, disseram fontes do mercado nesta quinta-feira (14).

15/10/2010

Arábica: indicador segue em alta e fecha a R$ 324,01

Mesmo com incertezas em relação a oferta de café para a próxima safra, as cotações do arábica encerram a quinta-feira (14) em alta na Bolsa de Nova York (ICE Futures U.S.), na BM&FBovespa e no mercado físico. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica acompanhou a movimentação dos mercados futuros e foi cotada a R$ 324,01, com valorização de R$ 1,60, segundo o indicador Cepea/Esalq. No acumulado do mês a valorização é de R$ 5,95/saca.

15/10/2010

Marcas regionais se mantêm em destaque no Brasil

Assediadas por multinacionais e ameaçadas pela concorrência de grandes empresas nacionais, as marcas regionais brasileiras têm conseguido se manter em destaque na preferência do consumidor. A vantagem logística que elas naturalmente apresentam, que lhes permite maior velocidade de entrega nas regiões em que atuam e consequente redução de custos, é apenas uma das vantagens dessas empresas. A preservação de características que remetem à cultura local e o valor de integração que acompanha essas marcas são, de fato, o que as diferencia positivamente da concorrência.