Porto Rico tem uma taxa de desemprego de quase 17%, maior que qualquer Estado norte-americano, porém, a ilha enfrenta dificuldades para conseguir trabalhadores para a colheita do café. O secretário de Agricultura, Javier Rivera, advertiu que Porto Rico pode perder até 30% de sua safra cafeeira deste ano por conta da escassez de trabalhadores.
As propriedades necessitam de 14 mil trabalhadores para colher os grãos de café nas regiões central e norte, porém só dispõem da metade, para um setor que faturou mais de 35 milhões de dólares no ano passado. Em 2009, Porto Rico perdeu 6 milhões de dólares como resultado da escassez de mão-de-obra.
Os colhedores de café ganham de 5 a 7 dólares por cada 13 quilos de grãos colhidos, mas dados do próprio governo indicam que os trabalhadores preferem atuar na construção civil ou ficar desempregados a ter de atuar nas lavouras e no sol 'abradador'.
No ano passado, o governo porto-riquenho aprovou uma lei para quem recebe ajuda federal de complementação de renda. Pela lei, essas pessoas, caso tiverem um salário agrícola, não teriam seus benefícios reduzidos. Apesar disso, a procura por vagas na agricultura ainda continua limitada.
As informações são da Agnocafé, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Porto Rico: falta de mão-de-obra prejudica produção
Porto Rico tem uma taxa de desemprego de quase 17%, maior que qualquer Estado norte-americano, porém, a ilha enfrenta dificuldades para conseguir trabalhadores para a colheita do café. O secretário de Agricultura, Javier Rivera, advertiu que Porto Rico pode perder até 30% de sua safra cafeeira deste ano por conta da escassez de trabalhadores.
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