Cultura intercalar é boa alternativa em lavouras de café atingidas por geadas
Uso de culturas intercalares em lavouras de café mostra-se uma boa alternativa para otimizar a ocupação das áreas atingidas e gerar renda aos produtores
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Uso de culturas intercalares em lavouras de café mostra-se uma boa alternativa para otimizar a ocupação das áreas atingidas e gerar renda aos produtores
O uso de culturas intercalares em lavouras de café é uma prática que tem se mostrado vantajosa, tanto no aspecto agronômico, pois pode ser efetuada aproveitando espaços livres no cafezal, como no aspecto econômico, gerando receitas adicionais com os produtos desses cultivos
Não. Não se trata de combinar um cafezinho, tomado depois de saborear uma feijoada. O que vai bem para tirar a sonolência. Por J.B. Matiello e S.R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e C.A,. Krohling - engenheiro agrônomo do Incaper.
A constatação atual foi feita em Orlândia (SP), em mudas de cafeeiros catuaí, plantadas há cerca de um mês no campo. Por Marcelo Jordão Filho e José Braz Matiello - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Atualmente é quase inconcebível plantar menos de 5000 plantas de café por ha. Mas, para se chegar a esse ponto custou muito. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Nos primórdios da cafeicultura no Brasil, as áreas escolhidas para o cultivo do cafeeiro eram sempre aquelas de alta fertilidade natural, oriundas da derrubada de matas. O espaçamento então utilizado, bastante largo, nunca menos de 4 metros nas entrelinhas, aliado ao solo fértil e à necessidade de prover alimento aos colonos que trabalhavam na lavoura, faziam da cultura intercalar uma prática bastante comum e que pouco ou nada interferia na cultura principal. Atualmente as culturas intercalares têm sido úteis na geração de renda adicional em cafés novos ou podados, na redução de injúrias por ventos e na fixação da mão-de-obra na fazenda. Também têm sido encaradas como alternativas em épocas de preços baixos do café.
Um estudo inicial de introdução do trigo intercalar em cafezal na Zona da Mata de MG foi feito em uma pequena parcela em 2022/23
Fique atento em algumas dicas essenciais para garantir a qualidade na produção dos grãos
A cultura do trigo pode ser uma alternativa viável para plantio intercalar em lavouras de café
Evento promovido pela Fundação Procafé recebeu mais de mil pessoas, entre cafeicultores, agrônomos, pesquisadores, consultores, técnicos e estudantes
Com 471 trabalhos publicados, 46ª edição do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras foi realizada em outubro, em Poços de Caldas (MG)
Evento acontece de 18 a 21 de outubro, em Poços de Caldas (MG). Dentre os 471 trabalhos publicados, 118 serão escolhidos para serem apresentados de forma oral
Método busca dificultar a perda de calor pelo solo através de fumaça em pontos estratégicos da lavoura, evitando o congelamento da água sobre as folhas
Massa de ar frio queimou cafezais na madrugada de terça-feira (20) e pode impactar tanto a safra 2021/2022, que ainda está sendo colhida, quanto a 2022/2020
Para os próximos dias, ainda há risco potencial de geadas em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina
Observações de campo mostram que frio e seus efeitos variam conforme as características das lavouras: com a variedade, o manejo adotado e a irrigação
Na primavera/verão é comum a ocorrência de chuva de granizo ou chuva de pedra atingindo as lavouras de café
A nota mostra o desenvolvimento de um módulo de irrigação em malha larga no Sul de Minas.
Saiba como controlar a praga, qual a relação nutricional com o surgimento dela e problemas com incidência atípica nos últimos anos. Por Giovani Belutti Voltolini, Larissa Cocato da Silva e Danyanne Mariano Dias do Núcleo de Estudos em Cafeicultura - Necaf, da Ufla.
Dentre essas espécies as que vêm causando danos mais severos ao cafeeiro, são as buvas (Conyza canadensis e Conyza bonariensis) e o azevém (Lolium multiflorum). Por Giovani Belutti Voltolini, Laís Sousa Resende, Dalyse Toledo Castanheira e Adenilson Henrique Gonçalves - da Universidade Federal de Lavras - Ufla.
Pesquisa desenvolvida pela Embrapa Rondônia, em parceria com a Embrapa Café, coordenadora do Consórcio Pesquisa Café, revela práticas que podem evitar os transtornos causados pelo período de seca em Rondônia. De maio a setembro, a seca afeta o florescimento e a produtividade do cafeeiro. A florada principal dos cafeeiros Conilon e Robusta ocorre entre o fim de julho e o início de agosto em Rondônia.
A busca por alternativas ambientalmente corretas que contribuam para uma agricultura ecológica e sustentável cresce cada vez mais no cenário mundial. O controle de plantas daninhas usando leguminosas herbáceas consorciadas com a cultura do café vai ao encontro desse pensamento. Esse estudo foi desenvolvido pelo pesquisador da Embrapa Café, Julio Cesar Freitas Santos, em sua tese de doutorado, na área de Fitotecnia, realizada na Universidade Federal de Viçosa (UFV), projeto que teve apoio do Consórcio Pesquisa Café.
Seguindo a tradição desde que foi idealizado, no início da década de 70, o 34 º Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras será realizado de 04 a 07 de novembro, no Centro de Convenções do Hotel Glória, em Caxambu/MG.
As epidemias de doenças (aumento ao longo do tempo ou em extensão) só ocorrerão se: (1) o ambiente for favorável e perdurar o tempo suficiente para que ocorram vários ciclos do patógeno; (2) houver raça virulenta e grande quantidade de inóculo do patógeno presente na área e (3) a planta for suscetível e cultivada em grande escala.