Maior tolerância à seca em cafeeiros resulta em uma menor resistência ao frio
A fragilidade ao frio está relacionada à concentração dos sais nos tecidos das plantas.
A fragilidade ao frio está relacionada à concentração dos sais nos tecidos das plantas.
Como plantio ou cultura intercalar, o feijão apresenta muitas características vantajosas.
O efeito do frio paralisa o desenvolvimento do tecido, tornando-o de cor amarelada escura.
A propriedade cafeeira deve ser sempre organizada e cuidada em conjunto.
A espécie é derivada do cruzamento da variedade Mokka com a cultivar Bourbon Vermelho.
Planta daninha concorre com os cafeeiros e ainda atrapalha a caminhada nas lavouras.
Os triciclos adaptados visam facilitar tarefas que antes eram feitas manualmente.
Estudos mostram que a espécie é mais frequente na parte média da planta de café.
As características das plantas condicionam o uso de podas de modo diferenciado.
As diferenças na produção são devidas, no geral, ao cultivo das plantas a pleno sol.
Os viveiros nas lavouras podem ser rústicos, empregando materiais da própria propriedade
Infecção é favorecida por condições de temperaturas baixas e umidade alta.
A adaptação tecnológica deve prever o uso de mudas no estágio inicial.
Elas oferecem sombra e formam barreiras, que atuam contra a erosão e os ventos. Por José Braz Matiello e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. R. Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos das Fazendas Sertãozinho.
Por J.B. Matiello, engenheiro agrônomo e J. Edgard P. Paiva, engenheiro agrônomo da Presidente e João Marcelo O. de Aguiar, da Gerente Executivo da Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello, Saulo R. Almeida e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e Reginaldo O. Silva- técnico agropecuário da ACA.
Saiba quais as principais fontes de matéria orgânica e suas funções. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Pesquisas e o uso prático demonstram que, produtos a base de cobre, ainda são muito úteis no programa de manejo. Por José Braz Matiello, Saulo R. Almeida e Rodrigo N. Paiva - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
As lesões no tronco de cafeeiros, ainda jovens, normalmente aparecem em plantas no primeiro ano de campo. Por José Braz Matiello e Saulo Roque de Almeida, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Esta é a primeira vez que se observa esse tipo de ataque, por essa espécie de cochonilha. Por José Braz Matiello- engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A doença causa sintomas sobre as folhas, rosetas, frutos novos, ramos laterais e, ainda, ramos do ponteiro das plantas. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J.R. Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Por José Braz Matiello, Iran.B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Muitos técnicos e cafeicultores se preocupam mais com a quantidade e se descuidam da fonte e do modo de aplicação dos produtos. Por J.B. Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Quatro ocorrências são aqui destacadas: a floração desigual, a escaldadura da folhagem, a queda de frutos e o ataque da mancha aureolada. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.