Giro de Notícias

25/01/2011

Café: queda não altera tendência de alta do mercado

As cotações do café arábica começaram a semana em baixa após consecutivas e expressivas altas na semana anterior. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve desvalorização de 310 pontos, fechando a 237,30 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 436,13, com desvalorização de R$ 6,35, segundo o indicador Cepea/Esalq. Preços no mercado iterno continuam firme e com tendência de alta diante oferta restrita principalmente de grãos de melhor qualidade. Negociações seguem em ritmo lento.

25/01/2011

Avanço agrícola deve depender de bom desflorestamento

O Brasil experimentará forte avanço na produção agrícola nos próximos anos e precisará dispor de mais terra para o cultivo, destacou estudo divulgado ontem (24) pelo governo do Reino Unido. Mas, em vez de condenar o avanço da fronteira agrícola, os pesquisadores acreditam que o País poderá realizar o chamado "desmatamento bom". Segundo os especialistas, é preciso analisar o uso da terra e não "simplesmente preservar qualquer pedaço do ecossistema da floresta sem considerar seu nível de uso ou tamanho".

25/01/2011

Café Serra da Grama fecha negócio com rede francesa

O Café Serra da Grama, de São Sebastião da Grama (SP), acaba de fechar negócio com a rede francesa Hediard, uma das mais exclusivas butiques de alimentos do mundo. A Hediard vende atualmente apenas café verde, de diversas origens, como América Central e África, o qual é torrado e moído na hora. A partir de abril, o consumidor de Paris terá à disposição café da torrefadora de São Sebastião da Grama em embalagem com a marca da Hediard, do Serra da Grama e com o Selo de Qualidade Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

24/01/2011

Brasil é contra usar G-20 para regular preços

O Brasil e os Estados Unidos bloqueiam a proposta da França de usar o G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) para regular os preços de produtos agrícolas e criar um estoque mundial de alimentos. No dia 21 de janeiro, em Berlim, o grupo reuniu pela primeira vez os negociadores agrícolas do bloco. Mas a proposta do presidente francês Nicolas Sarkozy foi duramente atacada e Paris foi acusada de manipular a crise alimentar para defender seus interesses protecionistas.

24/01/2011

SP: projeto busca destaque em café certificado

Produtores de café de Serra Negra, Amparo, Monte Alegre do Sul e Socorro reuniram-se para buscar a melhor maneira de conseguir uma característica ímpar: dar à região o título de área produtora de café certificado. A até então denominada Associação dos Produtores de Café de Serra Negra - Ascafé, mudou de razão social e passou a chamar-se Associação dos Cafeicultores Certificados do Circuito das Águas Paulista, cujo objetivo principal é dar continuidade ao Projeto de Qualidade de Café iniciado pela Quota Mille com patrocínio da Sara Lee que desde 2005 trabalha com produtores das quatro cidades, melhorando a qualidade do café.

24/01/2011

Entidade faz resíduo de café virar adubo

Além de trabalhar no recolhimento de materiais recicláveis, o Instituto Viver Sorocaba (Iviso) encontrou outra forma de material que pode ter uma destinação mais útil. O que antes era jogado fora está sendo utilizado como adubo no assentamento da Fazenda Ipanema, e segundo Vladimir Maciel Campos, presidente da Iviso, é um material rico em potássio e muitos nutrientes. São cerca de 300 quilos por semana enviados aos assentados em Iperó, mas Vladimir pretente ampliar o projeto e enviar a outros interessados no material.

24/01/2011

Cafeína pode ser salvação para curar ressaca, diz pesquisa

Nada de chazinhos milagrosos ou fórmulas mágicas. Para curar a ressaca típica de um dia após a farra, nada como uma boa xícara de café -ou talvez várias. Ao menos, é o que diz um estudo com ratos da Universidade Thomas Jefferson (Filadélfia, EUA). Os testes não foram realizados em seres humanos, mas, no nosso caso, diz o estudo, a ingestão de café seria recomendada quatro horas depois de beber, momento em que o nível de acetato no corpo começa a subir.

24/01/2011

Café dispara com previsão de oferta apertada

As cotações do café arábica fecharam em alta na sexta-feira (21), acumulando valorização na semana em função dos fundamentos altistas de oferta restrita e demanda aquecida no mercado mundial. Com reflexos da previsão, na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve valorização de 860 pontos, fechando a 240,40 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 442,48, com forte valorização de R$ 11,94, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 29,49/saca.

21/01/2011

Futuro do modelo da reforma agrária fica em xeque

Estrela das mais brilhantes no início do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, o Ministério do Desenvolvimento Agrário adentra o governo de Dilma Rousseff em meio a uma polêmica envolvendo seu papel no programa de erradicação da miséria - que está sendo desenhado pelo Ministério do Desenvolvimento Social. A polêmica teve início dias atrás, quando, ao ser convocado para apresentar sugestões para o programa, técnicos do Desenvolvimento Agrário apresentaram uma série de números que, em vez de esclarecer, provocaram dúvidas sobre o futuro da reforma agrária no governo Dilma.

21/01/2011

Rabobank confirma bom cenário para o campo

Demandas firmes nos mercados internacional e doméstico e ofertas em geral ainda com restrições devem sustentar cotações e proporcionar boas margens operacionais para as principais cadeias produtivas do campo nacional em 2011. Esse horizonte, cujos contornos ganharam força no segundo semestre do ano passado, é confirmado pelo estudo "Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro", concluído recentemente pelo departamento de Pesquisa e Análise Setorial do Rabobank Brasil. O trabalho contempla tendências para cana, açúcar e etanol, café, algodão, soja, milho, carne bovina, carne de frango, carne suína, leite e fertilizantes, e para todos eles a expectativa é de incremento do consumo, puxado por países emergentes, e preços firmes.