Giro de Notícias

07/06/2011

Mercado cafeeiro despenca à espera de boa colheita no Brasil

Mercado cafeeiro despenca nesta segunda-feira (06) diante expectativa de que o Brasil não será afetado por adversidades climáticas na época de colheita. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve forte desvalorização de 1045 pontos, fechando a 260,50 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 518,47, com desvalorização de R$ 12,29 segundo o indicador Cepea/Esalq.

07/06/2011

Guatemala: oferta apertada dificulta expandir certificações

Produtores de café da Guatemala não estão se beneficiando dos certificados de qualidade nesta temporada, que normalmente garantem um prêmio no preço de seu grão. A oferta global apertada deixou os compradores menos inquietos quanto ao tipo de café que adquirem. "Quando não há muito café no mundo, compradores param de se preocupar se é de boa ou má qualidade", disse o presidente da associação de café do país (Anacafé), Ricardo Villanueva.

06/06/2011

Café: adversidades climáticas puxam as cotações para cima

Cotações do café se recuperaram de perdas e terminaram a sexta-feira (03) com fortes valorizações. As chuvas que tem atingido as lavouras colombianas continua sendo fundamento altista, além do que começa a preocupação com geadas nas áreas produtoras do Brasil, à medida que o frio se intensifica. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve valorização de 970 pontos, fechando a 270,95 centavos de dólar por libra-peso.

06/06/2011

Código Florestal cria risco de "guerra fiscal"

No mesmo ano em que as florestas foram escolhidas como tema do Dia Mundial do Meio Ambiente, vários pontos do novo Código Florestal, aprovado na Câmara dos Deputados no fim de maio, vão na contramão da preservação. Entre os mais polêmicos está a emenda 164, que regulamenta intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e confere aos Estados o poder de legislar sobre elas. Se a emenda passar, cada unidade da Federação poderá dispor das APPs como quiser, e há o temor de que se inicie uma "guerra fiscal verde", com os Estados disputando investimentos do agronegócio nessas áreas.