O governo acredita que, com o fim do monopólio estatal no setor de resseguros, o mercado de seguro agrícola no Brasil deve ter um grande impulso em 2007.
"A expectativa é de que a mudança facilite e induza investimentos de grandes empresas privadas especializando-se nesse nicho no país", disse Edílson Guimarães, secretário de Política Agrícola do ministério.
As resseguradoras são importantes porque dividem os riscos assumidos pelas seguradoras. Isso é particularmente necessário no caso específico do seguro agrícola, sujeito a eventos de grande extensão, que podem inviabilizar financeiramente qualquer empresa seguradora.
O presidente-interino José Alencar sancionou na segunda-feira a que permite a atuação de resseguradoras nacionais e estrangeiras no País e estabelece normas regulatórias para o setor, até então um monopólio da estatal Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).
"A expansão do mercado vai ajudar a estabelecer um ambiente financeiro mais favorável, que vai se traduzir em novos produtos e políticas que sejam mais acessíveis ao produtor", disse Guimarães.
O Governo Federal já trabalha com a meta de destinar em torno de R$ 100 milhões para o pagamento de subvenção ao seguro rural ao longo deste ano. Os números de 2006, que ainda estão sendo contabilizados, apontam para um volume de recursos de cerca de R$ 31 milhões em subvenções, mais de 21 mil contratos e uma área assegurada em torno de 1,3 milhão de hectares. Quatro empresas operaram neste ramo no ano passado: Aliança do Brasil, Mapfre, Nobre e Seguradora Brasileira Rural.
As informações são da Divisão de Imprensa da Assessoria de Comunicação Social do Mapa.
Sancionada a abertura do mercado de resseguros
O governo acredita que, com o fim do monopólio estatal no setor de resseguros, o mercado de seguro agrícola no Brasil deve ter um grande impulso em 2007.
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