Para o produtor e ex-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACJ), Ruy Barreto, a Rússia é hoje um parceiro estratégico para o Brasil ampliar a exportação de café. Com população próxima à do Brasil e clima muito mais frio, o consumo pode chegar a 30 milhões de sacas/ano nos próximos anos.
Por outro lado, a concorrência do Vietnã provoca a derrubada das cotações pelo excesso de oferta.
"As empresas alemãs estão comprando grande parte da produção vietnamita, industrializando-a em café solúvel e inundando o mercado russo com preços bem abaixo dos brasileiros", comentou Barreto, dizendo que as operações de drawback permitiriam a importação do robusta vietnamita para industrialização local e posterior venda à Rússia.
"Essa tática valeria para Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia, hoje com média per capita de 12 a 14 quilos por ano, só atrás dos EUA, os maiores consumidores".
De janeiro a abril deste ano, o Brasil embarcou 2,67 milhões de toneladas de café solúvel para os russos, com receita de US$ 19,81 milhões.
As informações são do Jornal do Commercio/RJ.
Rússia é mercado promissor para café brasileiro
Com população próxima à do Brasil e clima muito mais frio, o consumo pode chegar a 30 milhões de sacas/ano nos próximos anos. De janeiro a abril deste ano, o Brasil embarcou 2,67 milhões de toneladas de café solúvel para os russos, com receita de US$ 19,81 milhões.
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