MG: chuvas podem causar quebra na safra 08/09
Com chuvas em excesso no mês de julho, as principais regiões produtoras de café em Minas Gerais começam a trabalhar com a possibilidade de quebra na safra 2008/2009. No sul do estado, região responsável por 50% da produção estadual, alguns municípios registraram até 150 milímetros de chuva no mês, sendo que a média é de 80 milímetros.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em: - 1 minuto de leitura
O índice pluviométrico foi suficiente para induzir a floração da planta 30 dias antes da hora, segundo as principais cooperativas de cafeicultores. A Cooperativa Regional dos Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), por exemplo, já começou a avaliar os possíveis reflexos que isso poderá causar às lavouras e trabalha com a possibilidade de redução entre 20% e 30% da capacidade produtiva da próxima safra.
Segundo reportagem de Maíra Vasconcelos, do Diário do Comércio/MG, em julho o município de São Sebastião do Paraíso registrou 92,5 milímetros de chuvas, sendo que em igual período do ano passado não ocorreu o mesmo. Em 2005, o índice também foi bem inferior, fechando em 42,5 milímetros de chuva em julho, e em 2004, 32,6 milímetros.
Segundo o técnico agrícola da Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio (Acarpa), que engloba produtores da região do Alto Paranaíba, José Francisco de Moura, em alguns municípios foi apurado volume de 80 milímetros de chuvas, chegando até a 100 milímetros. "Se a lavoura não estiver "vestida" (com folhas) o produtor vai perder a florada", lamentou.
Para continuar lendo o conteúdo entre com sua conta ou cadastre-se no CaféPoint.
Tenha acesso a conteúdos exclusivos gratuitamente!
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!
Deixe sua opinião!

CAMPOS GERAIS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 13/08/2007
Gostaria de receber informações sobre o Pepro do café:
Se este prêmio vai ser pago não importando o valor de venda do produto, desde que obedeça o preço de referência, exemplo:café vendido a R$ 260,00 (duzentos e sessenta reias) mais prêmio de R$ 40,00 (quarenta reais) igual a R$ 300,00 (trezentos reais).
Se for vendido a R$ 280,00 mais R$ 40,00 igual a R$320. Se for vendido a R$ 300 mais R$ 40,00 igual a R$ 340,00 e assim por diante.
Este raciocínio é certo? Se não, favor enviar a maneira correta.
Obrigado,
Achiles Magno
<b>Caro leitor do CaféPoint,</b>
Com relação a pergunta, no primeiro leilão - aviso 362 de 27/06/07 - valor do premio de R$ 39,98. Valor mínimo de venda faturado = tipo 5 - R$ 276,50; tipo 6 e 6/7 - R$ 266,50; tipo 7 - R$ 256,00.
No segundo leilão - aviso 407 de 11/07/07 - valor do premio de R$ 29,40. Valor mínimo de venda faturado = tipo 5 - R$ 287,50; tipo 6 e 6/7 - R$ 277,00; tipo 7 - R$ 267,00.
Resposta de Fernando Martini, da corretora Mellão Martini Negócios em Café.