O artigo "A revolução da qualidade dos cafés do Brasil" publicado pelo CaféPoint recebeu comentários do leitor Lucas Louzada Pereira que é provador de café em Vargem Alta, ES. Veja trecho de sua carta a seguir.
A qualidade está sendo propagada de forma brilhante. Aqui no estado do Espírito Santo acontece uma grande revolução. Os cafeicultores que produzem cafés no sistema de agricultura familiar mudaram sua rotina diária graças ao Concurso Regional de Qualidade promovido pela UCC em parceria com a Real Café e Pronova.
É uma realidade também o movimento de certificação de propriedades; pequenos agricultores exportando e agregando valor graças ao trabalho coletivo do cooperativismo. Mas ainda existem muitas barreiras a serem vencidas, dificuldades como a instabilidade do mercado e sua variação constante fazem com que o pequeno produtor entenda que sua propriedade é uma pequena empresa e que ela precise ser administrada com excelência.
Leia a carta de Lucas Louzada Pereira na íntegra.
Leitor comenta: a qualidade dos cafés do Brasil
Aqui no estado do Espírito Santo, os cafeicultores que produzem cafés no sistema de agricultura familiar mudaram sua rotina diária graças ao Concurso Regional de Qualidade promovido pela UCC em parceria com a Real Café e Pronova. É uma realidade também o movimento de certificação de propriedades; pequenos agricultores exportando e agregando valor graças ao trabalho coletivo do cooperativismo.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em:
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!
Deixe sua opinião!

CARLOS EDUARDO PRIMÃO
PORTO VELHO - RONDÔNIA - PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE
EM 18/07/2007
Realmente, nota-se uma grande transformação na cadeia do café, tanto na produção quanto na qualidade, haja visto que a questão de uma década atrás, quando se provava um café "estritamente mole", era um acaso.
Hoje, vemos o trabalho sendo conduzido de forma a valorizar o produto, principalmente quando se destina ao mercado externo.
Agora, quando se trata de mercado interno... que barbaridade...
O que se vê hoje nas prateleiras de supermercados são sempre as mesmas marcas, que parece que fazem o "blended" tão parecidas que são difíceis de se diferenciar pelo sabor.
Todos sabemos das "misturas" que são realizadas para aumentar o produto, mas ultimamente essa artimanha está sendo um desaforo a qualquer apreciador de café.
Se alguém ainda duvida é só torrar e moer em casa o café arábica beneficiado, seja de qualquer bebida (mole, dura, rio, riado, rio macaco etc. etc...) que o cheiro e o sabor são fácilmente absorvíveis e degustáveis
Hoje, vemos o trabalho sendo conduzido de forma a valorizar o produto, principalmente quando se destina ao mercado externo.
Agora, quando se trata de mercado interno... que barbaridade...
O que se vê hoje nas prateleiras de supermercados são sempre as mesmas marcas, que parece que fazem o "blended" tão parecidas que são difíceis de se diferenciar pelo sabor.
Todos sabemos das "misturas" que são realizadas para aumentar o produto, mas ultimamente essa artimanha está sendo um desaforo a qualquer apreciador de café.
Se alguém ainda duvida é só torrar e moer em casa o café arábica beneficiado, seja de qualquer bebida (mole, dura, rio, riado, rio macaco etc. etc...) que o cheiro e o sabor são fácilmente absorvíveis e degustáveis