Cepea: indústrias sustentam preços no físico
Até terça, 28/11, o indicador Cepea/Esalq para o café arábica já tinha subido 17,61% (caiu 0,27%, ontem) e do conilon acumulava alta de 9,13% (subiu mais 1,27%, ontem).
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Até terça, 28/11, o indicador Cepea/Esalq para o café arábica já tinha subido 17,61% (caiu 0,27%, ontem) e do conilon acumulava alta de 9,13% (subiu mais 1,27%, ontem). No entanto, o ritmo dos negócios ainda não é tão intenso, pois os produtores ainda aguardam preços maiores. As indústrias de torrefação têm concentrado os negócios, dando sustentação aos preços.
O Centro aponta ainda a tendência de aumento no diferencial de preços do arábica para o conilon, tendo em vista a intensificação da safra vietnamita. Ontem, 29/11, este diferencial estava em R$ 73,65 por saca, ante R$ 51,75 em 31 de outubro.
Este alerta não deve ser necessariamente entendido como uma tendência de queda nos preços do conilon. Em 2 de outubro, a cotação do vencimento mais líquido da LIFFE estava em 1.515 dólares por tonelada e o indicador Cepea/Esalq em R$ 186,20 por saca, ontem a cotação da LIFFE estava em 1447 dólares e o indicador em R$ 211,13, demonstrando o descolamento das cotações do conilon no mercado interno em relação aos preços internacionais.
Como o próprio Cepea ressaltou, a demanda das indústrias sustenta os preços e o conilon brasileiro é pouco exportado, principalmente nesta fase na qual sua cotação no mercado interno se encontra bem acima do equivalente em reais da cotação da LIFFE.
Fonte: Equipe CaféPoint, com informações do Cepea.
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