GEE: empresários se comprometem a reduzir emissões
Um grupo importante de empresários brasileiros lançou ontem, em São Paulo, uma carta ambiental que representa um marco na posição do setor produtivo rumo à economia de baixo carbono.
Um grupo importante de empresários brasileiros lançou ontem, em São Paulo, uma carta ambiental que representa um marco na posição do setor produtivo rumo à economia de baixo carbono.
O secretário executivo da Comissão Técnica de Programa (CTP) da Embrapa Café, Paulo Cesar Afonso Júnior, esteve participando, na semana passada de reunião em São Paulo para planejar, junto com outras instituições, a realização, a partir de outubro próximo, de uma ação para conscientização dos cafeicultores sobre a importância das boas práticas agrícolas, especialmente sobre o uso correto dos agroquímicos aplicados nas lavouras.
Diante da crise econômica e da saturação do mercado em seu país de origem, redes norte-americanas do segmento de alimentação como a Starbucks veem potencial no Brasil e em outros países da América do Sul, onde devem concentrar investimentos e expandir seus negócios.
Com base nas sucessivas indicações de que a crise mundial já teria superado o "fundo do poço", pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, responsáveis por índices de exportação do agronegócio estimam ritmo mais acelerado de crescimento para as transações internacionais já neste semestre. Em suas análises, contudo, ponderam sobre duas situações que poderiam limitar essa recuperação.
Pesquisadora questiona a atual classificação de sementes de café, já que experimento em condições de armazenamento com 11-12% de umidade e 10°C, recomendadas para a espécie, resultaram em mudas fora do padrão de qualidade para o plantio. Conclusões do estudo sugerem que o café perde qualidade de germinação e o vigor vegetativo das mudas quanto mais seca e menor for a temperatura submetida na conservação das sementes.
A Cocapec (Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas) de Franca e Região promoverá o 6º Concurso de Qualidade de Café, com o objetivo de escolher os melhores grãos da região e incentivar os cafeicultores a produzirem café de qualidade.
O consumo de alimentos, bebidas e artigos de higiene e limpeza ficou imune à crise e até se sofisticou no primeiro semestre deste ano. As classes de menor renda, D e E, incluíram cinco itens na lista de compras: achocolatado em pó, caldo, iogurte, leite longa vida e salgadinho. Esse movimento contraria o que normalmente ocorre em outras épocas de aperto econômico, quando os produtos básicos ganham força.
"Como presidente da Frente Parlamentar de Café, preciso reafirmar que o café tem uma importância social muito forte no Brasil. São mais de 1.800 municípios que tem o café como maior fonte de renda e de emprego, quase a metade das cidades brasileiras. Então, se o café não tem mais a importância econômica, perde a importância política, mas tem as importâncias social e ambiental, que são muito grandes. Dessa forma, estamos nesse diálogo permanente".
Os preços futuros do café fecharam em queda ontem, atingindo o mais baixo patamar das últimas três semanas, após a expectativa de que a oferta do grão não será mais tão apertada na Colômbia, o terceiro maior exportador global, afirmam analistas ouvidos pela Bloomberg. A produção na Colômbia é esperada em cerca de 11 milhões de sacas nesta safra, ante os 10 milhões de sacas previstos no último relatório da Federação dos Produtores da Colômbia.
Em setembro, esperam-se uns 30mm, com chuvas fortes por volta de 10 e 25 de setembro no sul da Bahia. Em outubro, o acumulado previsto oscila em torno dos 95mm para uma média de 120mm.
A certeza só vem com sete dias de antecedência, quando a confiabilidade da previsão (inclusive quantitativa) é bastante alta. Em geral, as previsões variam dependendo do modelo analisado e até mesmo do dia analisado.
A colheita de café da safra 2009 no cerrado mineiro está em 90% do total. Os trabalhos vêm evoluindo bem, apesar das chuvas moderadas registradas nos últimos dias em algumas áreas. A expectativa é de que a colheita esteja de fato encerrada no máximo em 10 de setembro. A análise é do vice-presidente do Conselho das Associações de Cafeicultores do Cerrado (Caccer), Wílson José de Oliveira.
Os principais exportadores de café do Vietnã formaram um clube na sexta-feira para estreitar a coordenação e trocar dados de colheita e tendências de mercado em uma tentativa de melhorar os preços do grão. O clube, o primeiro do país, agrupará 20 firmas que são responsáveis por 80% das exportações de café, disse o presidente da Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa), Luong Van Tu.
O Prof. Darcy Lima sofreu um AVC e foi operado no último final de semana. Ele está internado no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Petrópolis/RJ, e seu quadro de saúde permanece ESTÁVEL, inspirando cuidados.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento acaba de lançar o Relatório de Atividades do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) relativo ao ano de 2008. A publicação, elaborada pelo Departamento do Café, traz os principais resultados das políticas públicas para o setor cafeeiro e, também, as prestações de contas dos recursos aplicados no ano passado, para o financiamento da comercialização, custeio, colheita e estocagem.
O governo estuda novas medidas de intervenção no mercado de café, para sustentar os preços do produto e gerar renda ao setor produtivo. Uma das sugestões ventiladas é a compra do produto pelo governo ao preço mínimo de garantia, com direito de recompra futura, pelo mesmo valor, acrescido de encargos financeiros e de armazenagem.
Na BM&F-BOVESPA, a variação mensal do contrato futuro do café arábica também foi positiva, depois da desvalorização de aproximadamente 14% em junho, o contrato com vencimento setembro/09 acumulou alta de 5,6%. Em julho, a média diária de contratos negociados na Bolsa foi de 2.055 contratos de café, com destaque para o contrato com vencimento setembro/09 que negociou 32.197 contratos.
Atualmente, o Brasil é a segunda maior locomotiva do mercado de agronegócio mundial, superado apenas pelos Estados Unidos. E, conforme o economista e consultor da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) Luiz Antonio de Camargo Fayet, a expectativa é de que até 2020 o País ultrapasse os norte-americanos.
Os técnicos do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé) produzirão mais de 150 mil mudas de café híbrido no laboratório "Cuenta del Milenio" localizado no Departamento de Santa Bárbara, com o objetivo de beneficiar em uma primeira fase 60 produtores do país. Mediante projeto, as receitas líquidas dos cafeicultores podem aumentar até 96% em futuras colheitas.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, alertou sobre as eventuais mudanças nos índices de produtividade das propriedades rurais. "Vão minar todo o sucesso do agronegócio brasileiro", afirmou. A senadora disse que as mudanças poderão criar insegurança jurídica no campo, atingindo mais de 500 mil famílias. Para ela, o setor não precisa de índices de produtividade, "pois o mercado expropria quem não é eficiente".
A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) repassaram, nesta quinta-feira (20), aproximadamente quatro toneladas de sementes de café Arábica para 80 viveiristas da Região Serrana do Espírito Santo. A distribuição aconteceu na Fazenda Experimental do Incaper, em São João de Viçosa, município de Venda Nova do Imigrante.
Os embarques de café da Colômbia, terceiro maior exportador do mundo, estão normalizados após atrasos nas entregas nos últimos meses devido a uma escassez de grãos, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Agricultura, Andres Fernandez.
A contração da economia global e a queda na produção de café deverá fazer com que as exportações da Índia sejam reduzidas em 13%, para 185 mil toneladas (cerca de 3,1 milhões de sacas de 60 quilos) em 2009, estima G.V. Krishna Rau, presidente da estatal Coffee Board of India.
Neste mês de setembro, deixaremos de comemorar o quinto aniversário do acordo de livre comércio Mercosul-União Europeia. Para aqueles que não se recordam, as negociações foram interrompidas em setembro de 2004 porque, na reunião do grupo negociador em Brasília, realizada um mês antes, Brasil e Argentina decidiram alterar a oferta tarifária do Mercosul para o setor automobilístico. Os europeus, como era de esperar, não gostaram e o clima favorável foi perdido, levando à interrupção das negociações.