Giro de Notícias

05/03/2010

Stuhlberger: Brasil não terá problemas no médio prazo

Stuhlberger diz que não vê problemas para o Brasil no médio prazo. "O cenário político não preocupa, as commodities continuam indo bem e a dívida líquida segue baixa", diz. Não há sequer espaço para uma grande especulação eleitoral nos mercados, apesar da eleição presidencial, observa. Apesar disso o gestor continua achando que a perspectiva de longo prazo para commodities é negativa. "Mas isso ainda não vai ser agora, nem para o petróleo nem para outras commodities." Assim, a questão é quanto esses preços podem subir antes de cair.

05/03/2010

Illycaffè montará uma subsidiária no Brasil

A torrefadora italiana illycaffè vai montar uma subsidiária no Brasil, a partir de junho deste ano. "Decidimos abrir nossa própria estrutura porque o País é promissor, graças ao desenvolvimento da economia", informa o presidente da empresa, Andrea Illy. Segundo ele, a torrefadora tem por conduta instalar filiais apenas em casos raros, em mercados estratégicos. "O Brasil é importante porque é o maior produtor e exportador de café e, em breve, será o maior consumidor de café do mundo", superando os Estados Unidos, esclarece.

04/03/2010

Fertilizantes: estatal não atuará na área de produção

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, reafirmou na manhã de ontem (3) que a empresa de fertilizantes a ser criada pelo governo não atuará na área de produção, mas apenas de coordenação. No final do mês passado, ele havia explicado que essa nova companhia seguiria o modelo da Petro-Sal, estatal que vai gerir os contratos para a comercialização de petróleo e gás natural da União, mas que não ficará a cargo da exploração.

03/03/2010

Brasil quer elevar mais as exportações de café

Apesar de o Brasil ter ampliado de 30% para 32% sua participação no comércio internacional de café no ano passado, os exportadores querem mais. A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) e a Agência de Promoção das Exportações (Apex) preparam uma ofensiva para elevar ainda mais a presença do produto nacional, principalmente o gourmet, em mercados que importaram menos em 2009 ou que tenham grande potencial de crescimento.