Giro de Notícias

28/09/2010

Parceria produtor - iniciativa privada gera sucesso

Nos últimos 20 anos, a qualidade do café brasileiro melhorou significativamente. A disseminação de boas práticas, na colheita e na secagem, é o principal componente desse resultado. O que explica o progressivo investimento em qualidade do produto? Existe algum modelo que nos forneça lições? A aproximação entre a iniciativa privada e produtores em um esforço real de entendimento das condições, garantiriam a qualidade exigida pelo mercado.

28/09/2010

Cotações do arábica voltam a registrar valorizações

Após encerrar a semana acumulando quedas, as cotações do arábica iniciaram a semana em alta nos mercados futuros e físico. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 322,44, com valorização de R$ 0,32, segundo o indicador Cepea/Esalq. Ao mesmo tempo que os preços do arábica se mantém em alta, a cotação do dólar vem apresentando consecutivas quedas, o que interfere negativamente na receita de exportação do Brasil.

28/09/2010

Exportação da Indonésia deve recuar 10% em 2009/10

As exportações de café da Indonésia neste ano-safra, que termina em 30 de setembro de 2010, devem recuar 10% na comparação com 2008/09, disse Rachim Kartabrata, secretário-geral da Associação de Exportadores e das Indústrias de Café da Indonésia. Os embarques devem alcançar cerca de 360 mil toneladas, após a produção do tipo robusta, que responde por quase 85% do volume total exportado, ter caído por conta de fortes chuvas e de atrasos na colheita, afirmou Kartabrata. A qualidade dos grãos também se deteriorou um pouco, acrescentou ele.

28/09/2010

Produção em Franca supera crescimento do estado

A atual safra de café deverá ser encerrada como uma das maiores dos últimos anos na região e se igualar à produção de 2006, quando houve o recorde da década. Números da Cocapec (Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas), da microrregião de Franca e de Minas Gerais, apontam que a safra atual deve ser finalizada com a produção de 1,5 milhão de sacas de 60 kg. O número iguala a produção de 2006 e é 50% maior que a safra do ano passado.

27/09/2010

Mesmo com chuvas oferta deverá se manter escassa

Com grandes oscilações durante a semana, as cotações do arábica encerraram a semana acumulando quedas, tanto nos mercados futuros como no físico. Em Nova York, na sexta-feira (24) o primeiro vencimento, dezembro/10, teve queda de 105 pontos, fechando a 180,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 322,12, com desvalorização de 0,44%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A variação no mês acumula desvalorização de 2,27%.

24/09/2010

Café do Cerrado busca expansão da marca nos EUA

A região do Café do Cerrado Mineiro recebeu entre os dias 12 e 16 de setembro um grupo de 17 representantes de torrefações de café dos Estados Unidos. A visita foi uma realização da Federação dos Cafeicultores do Cerrado em parceria com as entidades do Sistema e com o apoio do SEBRAE, cujo objetivo principal é promover a expansão dos conceitos da marca e região, inserindo-os em países em que não estão presentes e fortalecendo-os nas nações em que já há o seu consumo, como é o caso dos Estados Unidos, principal país importador do Café do Cerrado Mineiro.

24/09/2010

Mercado segue firme com expectativa de oferta reduzida

Mercado de café arábica oscilou bastante até a quinta-feira (23) da atual semana. O mercado ainda segue firme. Na terça-feira e ontem (23) as cotações voltaram a subir. Mesmo com as previsões de chuva para o Brasil na próxima semana e na segunda quinzena de outubro, seguem as preocupações em relação a produção de 2011, que naturalmente já deverá ser inferior em função do ciclo negativo da cultura. Além disso, países como Vietnã e Colômbia também estão com problemas em suas produções, o que afetará negativamente a demanda de café para o próximo ano.

24/09/2010

Café não é mais lucrativo para produtores capixaba

Um estudo realizado no Espírito Santo detectou que o produtor rural capixaba gasta mais do que ganha para produzir café. A análise foi feita em Vila Valério, Jaguaré e Iúna. "Hoje estamos pagando para produzir. Com custo operacional total de R$ 152,65, o que sobra é menos que R$ 10 para o produtor, já que a saca está sendo vendida a R$ 160. A cafeicultura está deixando a gente bastante desanimado e preocupado, enfatiza o presidente do Sindicato Rural de Jaguaré, Giovanni Sossai.

23/09/2010

Florada do cafeeiro requer continuidade de chuvas

Depois de um estresse hídrico moderado, que nos primeiros dias de setembro chegou a preocupar o setor produtivo no Sul de Minas, uma florada concentrada aconteceu em muitas lavouras neste último fim de semana (18 e 19). As lavouras que ainda não floresceram deverão ser estimuladas com a chuva que aconteceu em muitos municípios sulmineiros na noite desta segunda-feira (20). Para uma maior compreensão das consequências desta florada, o professor de fisiologia do cafeeiro, do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), José Donizeti Alves, chama atenção para a necessidade de precipitações para manter a umidade no solo e garantir a efetiva transformação das flores em frutos.

23/09/2010

Cotações registram queda e indicador fecha a R$ 321,73

Mercados futuros, tanto da BM&FBovespa como da ICE Futures (NY), começaram a quarta-feira (22) com movimentos de alta, porém as operações reverteram a posição pressionada por vendas especulativas baseando-se na expectativa de chuvas para a próxima semana nas regiões produtoras de café do Brasil. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 321,73, com desvalorização de 1,56%, segundo o indicador Cepea/Esalq.

22/09/2010

Sara Lee pode perder liderança para 3 Corações

O crescimento da 3Corações no mercado doméstico nos últimos anos começa a ameaçar a hegemonia da americana Sara Lee, que se tornou a primeira no ranking brasileiro em 2000 ao comprar as marcas Pilão e Caboclo da antiga Companhia União. O grupo americano chegou ao Brasil em julho de 1998, quando adquiriu o Café do Ponto. Três meses depois comprou o Café Seleto, assumindo assim a segunda colocação do mercado. Porém, a liderança do mercado de café pode trocar de mãos. A trajetória das vendas e do faturamento da 3Corações retrata um desempenho superior ao do mercado de café.

22/09/2010

Sara Lee disputa mercado de máquina de café

Há quase quatro anos, com a chegada das lojas Nespresso, da Nestlé, ao Brasil, uma boa parte dos brasileiros mudou o jeito de fazer café, passando a usar máquinas de café. Agora, a americana Sara Lee entra na disputa. Líder nacional em café torrado e moído, a empresa está lançando o modelo que promete ser o mais barato do mercado, a Senseo. Em relação ao café, os sachês da Senseo serão vendidos com a marca Pilão, em três sabores por preço médio de R$ 0,55. As cápsulas para uma dose da Dolce Gusto, uma das máquinas mais vendidas do mercado, custam de R$ 1,80 a R$ 1,20 cada. E você, prioriza mais o preço, a qualidade ou tenta equilibrá-los?