Novas exigências legais para quem exporta café para os Estados Unidos
Por Isabela Machado Ferrari, engenheira química, com mestrado em Biotecnologia, especialista em normas e certificações internacionais de alimentos, com 20 anos de experiência.
Por Isabela Machado Ferrari, engenheira química, com mestrado em Biotecnologia, especialista em normas e certificações internacionais de alimentos, com 20 anos de experiência.
Veja tecnologias que foram criadas para auxiliar a produção agrícola e a recuperação do solo.
Os EUA são muito mais concorrentes do que clientes. Por Valéria Vilela, jornalista especializada no agronegócio com ênfase no mercado de café.
No café, destaca-se que o produtor que já tiver realizado a análise do solo de sua propriedade poderá intensificar no próximo mês a adubação. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro.
A maior preocupação neste momento dos produtores é saber como se comportará o mercado em relação ao preço daqui para frente. Por João Elvídio Galimberti, agrônomo e especialista em mercado café da Coopeavi.
Produtores com até 20 ha de café são responsáveis por 50% da safra brasileira e este grupo começa a participar da espiral de inovação e diferenciação. Por Luís Fernando Guedes Pinto, engenheiro agrônomo e gerente do Imaflora.
Curioso como o maior produtor de café do mundo teve só em 2016 a sua 1a Corrida do Café. Por Isabela Pascoal, da Fazenda DaTerra.
No próximo mês, é possível que as chuvas fiquem abaixo da média do período em algumas regiões. Descubra quais são elas no artigo dos pesquisadores Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro.
É imprescindível que o foco das ações esteja nas pessoas e nas suas relações sociais, considerando e valorizando seus saberes, experiências acumuladas, crenças e cultura. Por Maria Helena P. Soares e Maria Auxiliadora T. Carvalho, da Emater (MG).
Principal pilar da economia capixaba ao longo da história, a cafeicultura vive um período de sérios desafios. Por Luiz Polese, diretor-presidente do Sindicato do Comércio de Café e Armazéns em Geral do Espírito Santo (Sindicafé).
Por Eduardo Cesar Silva, doutorando em administração pela Ufla, tecnólogo em cafeicultura pelo IF Sul de Minas e coordenador do Bureau de Inteligência Competitiva do Café.
Há possibilidade de que as chuvas ocorram dentro ou pouco abaixo da média para a região cafeicultora do Sul de Minas e Matas de Minas. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro e Domingos Queiroz.
A cultura do café por ser exploração permanente, necessita de ações continuadas de comunicação e assistência técnica, de médio e longo prazo. Por Marcos Valentin Ferreira Martins, do Iapar.
Entenda como as recentes frentes frias e chuvas estão influenciando no aumento vegetativo inesperado do cafeeiro. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro e Domingos Queiroz.
Por José Luiz Tejon Megido, conselheiro Fiscal do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM.
Ainda não está claro se a preocupação ambiental reduzirá o consumo das monodoses, mas o que se nota é que a indústria do café está em busca de soluções para este desafio. Por Eduardo Cesar Silva e Angélica da Silva Azevedo.
O produtor tem que tomar decisões assertivas que serão essenciais para obter bons resultados. Por Fernando Barbosa, com adaptação de Nelson Carlos.
A temperatura em junho deverá ficar acima da média do mês em todo o estado de Minas Gerais, com exceção da região central. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro, Domingos Queiroz e Sammy Soares, pesquisadores da Embrapa Café e da Epamig Sudeste.
Em artigo, a Cooxupé, por meio do presidente Carlos Paulino da Costa, se posiciona sobre o relatório da ONG dinarmaquesa Danwatch, que publicou no início de março um estudo sugerindo que existe trabalho escravo na cafeicultura brasileira.
O ideal é realizar a colheita com menos de 20% de grãos verdes, pontua o engenheiro agrônomo da Cooabriel, Carlos Otávio Ribeiro Constantino.
Você utiliza os termos "Face Noruega", que define as faces frias e sombreadas, e "Face Soalheira", definindo as faces quentes e ensolaradas das montanhas? Entenda cada um no artigo de Williams P. M. Ferreira; Marcelo de F. Ribeiro; Elpídio I. F. Filho; Cecília de Fátima Souza.
O problema decorrente da ocorrência de chuvas neste período é que elas podem estimular floradas precoces, além de prejudicar a qualidade da bebida no terreiro. Por Williams Ferreira e Marcelo Ribeiro.
A qualidade do grão do Brasil é reconhecida por toda a cadeia e as grandes empresas de torrefação conhecem a realidade das lavouras nacionais. A cada ano, centenas de profissionais estrangeiros ligados a exportadoras, torrefadoras e cafeterias visitam fazendas no país. Por Eduardo Cesar Silva, da Ufla
Pesquisadores e especialistas em clima analisaram a região e revelam quais características tornam o local propício para produção do grão. Por Williams P. M. Ferreira, Gabriela Regina Ferreira, Thuane K. M. Barbosa, Marcelo F. Ribeiro, Elpídio I. F. Filho, José L. Rufino.