No Dia Mundial do Solo é importante refletir sobre sua relevância para sociedade
Veja tecnologias que foram criadas para auxiliar a produção agrícola e a recuperação do solo.
Veja tecnologias que foram criadas para auxiliar a produção agrícola e a recuperação do solo.
Os EUA são muito mais concorrentes do que clientes. Por Valéria Vilela, jornalista especializada no agronegócio com ênfase no mercado de café.
No café, destaca-se que o produtor que já tiver realizado a análise do solo de sua propriedade poderá intensificar no próximo mês a adubação. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro.
A maior preocupação neste momento dos produtores é saber como se comportará o mercado em relação ao preço daqui para frente. Por João Elvídio Galimberti, agrônomo e especialista em mercado café da Coopeavi.
Produtores com até 20 ha de café são responsáveis por 50% da safra brasileira e este grupo começa a participar da espiral de inovação e diferenciação. Por Luís Fernando Guedes Pinto, engenheiro agrônomo e gerente do Imaflora.
Curioso como o maior produtor de café do mundo teve só em 2016 a sua 1a Corrida do Café. Por Isabela Pascoal, da Fazenda DaTerra.
No próximo mês, é possível que as chuvas fiquem abaixo da média do período em algumas regiões. Descubra quais são elas no artigo dos pesquisadores Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro.
É imprescindível que o foco das ações esteja nas pessoas e nas suas relações sociais, considerando e valorizando seus saberes, experiências acumuladas, crenças e cultura. Por Maria Helena P. Soares e Maria Auxiliadora T. Carvalho, da Emater (MG).
Principal pilar da economia capixaba ao longo da história, a cafeicultura vive um período de sérios desafios. Por Luiz Polese, diretor-presidente do Sindicato do Comércio de Café e Armazéns em Geral do Espírito Santo (Sindicafé).
Por Eduardo Cesar Silva, doutorando em administração pela Ufla, tecnólogo em cafeicultura pelo IF Sul de Minas e coordenador do Bureau de Inteligência Competitiva do Café.
Há possibilidade de que as chuvas ocorram dentro ou pouco abaixo da média para a região cafeicultora do Sul de Minas e Matas de Minas. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro e Domingos Queiroz.
A cultura do café por ser exploração permanente, necessita de ações continuadas de comunicação e assistência técnica, de médio e longo prazo. Por Marcos Valentin Ferreira Martins, do Iapar.
Entenda como as recentes frentes frias e chuvas estão influenciando no aumento vegetativo inesperado do cafeeiro. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro e Domingos Queiroz.
Por José Luiz Tejon Megido, conselheiro Fiscal do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM.
Ainda não está claro se a preocupação ambiental reduzirá o consumo das monodoses, mas o que se nota é que a indústria do café está em busca de soluções para este desafio. Por Eduardo Cesar Silva e Angélica da Silva Azevedo.
O produtor tem que tomar decisões assertivas que serão essenciais para obter bons resultados. Por Fernando Barbosa, com adaptação de Nelson Carlos.
A temperatura em junho deverá ficar acima da média do mês em todo o estado de Minas Gerais, com exceção da região central. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro, Domingos Queiroz e Sammy Soares, pesquisadores da Embrapa Café e da Epamig Sudeste.
Em artigo, a Cooxupé, por meio do presidente Carlos Paulino da Costa, se posiciona sobre o relatório da ONG dinarmaquesa Danwatch, que publicou no início de março um estudo sugerindo que existe trabalho escravo na cafeicultura brasileira.
O ideal é realizar a colheita com menos de 20% de grãos verdes, pontua o engenheiro agrônomo da Cooabriel, Carlos Otávio Ribeiro Constantino.
Você utiliza os termos "Face Noruega", que define as faces frias e sombreadas, e "Face Soalheira", definindo as faces quentes e ensolaradas das montanhas? Entenda cada um no artigo de Williams P. M. Ferreira; Marcelo de F. Ribeiro; Elpídio I. F. Filho; Cecília de Fátima Souza.
O problema decorrente da ocorrência de chuvas neste período é que elas podem estimular floradas precoces, além de prejudicar a qualidade da bebida no terreiro. Por Williams Ferreira e Marcelo Ribeiro.
A qualidade do grão do Brasil é reconhecida por toda a cadeia e as grandes empresas de torrefação conhecem a realidade das lavouras nacionais. A cada ano, centenas de profissionais estrangeiros ligados a exportadoras, torrefadoras e cafeterias visitam fazendas no país. Por Eduardo Cesar Silva, da Ufla
Pesquisadores e especialistas em clima analisaram a região e revelam quais características tornam o local propício para produção do grão. Por Williams P. M. Ferreira, Gabriela Regina Ferreira, Thuane K. M. Barbosa, Marcelo F. Ribeiro, Elpídio I. F. Filho, José L. Rufino.
Antes de avaliar o impacto do relatório Bitter Coffee e da nova legislação estadunidense, convém destacar que ambos refletem uma tendência que vai muito além da agricultura. Por Eduardo Cesar Silva, Luiz Gonzaga de Castro Junior e Angélica da Silva Azevedo.