Boletim Carvalhaes: benefício da nova safra 2025/2026 de arábica preocupa
Colheita avança rapidamente e já passa dos 70%. Números apontam para uma quebra na renda acima da usual
Colheita avança rapidamente e já passa dos 70%. Números apontam para uma quebra na renda acima da usual
Se impostas, tarifas irão prejudicar fortemente as exportações brasileiras para os EUA, maior consumidor do mundo e maior importador dos cafés do Brasil
Informativo destaca que, se a taxação sobre as exportações do Brasil para os EUA for mantida, cafeicultores brasileiros e consumidores americanos serão prejudicados
Segundo o Boletim, a colheita da nova safra brasileira de café 2025/2026 avança em bom ritmo
Onda de frio ocasionou geadas em extensas áreas produtoras de café arábica, em três estados, e quase provocou danos sérios no potencial produtivo para 2026
Com clima favorável à colheita e cenário global instável, fundos e especuladores mantêm pressão sobre as cotações do café; previsão de frio intenso preocupa produtores no Sudeste
Negócios com café da safra 2025/26 avançam no Brasil, com maior volume no conilon; clima, conflitos e cenário econômico global mantêm volatilidade nos mercados
Enquanto contratos futuros de arábica acumulam valorização em Nova York, os de robusta recuam em Londres; estoques certificados caem e embarques seguem abaixo do mês anterior, com avanço das vendas da nova safra no mercado físico
Com estoques historicamente baixos no Brasil e no exterior, colheita em andamento e forte pressão de fundos especulativos, contratos futuros recuam nas bolsas e incerteza marca o início do ciclo 2025/26
Fundos aproveitam início da safra brasileira para forçar queda dos contratos na ICE; consumo no varejo cai 5% no quadrimestre, e incertezas globais tornam cenário ainda mais volátil
O equilíbrio precário entre produção e consumo global vai persistir no ano-safra 2025/2026, e os estoques brasileiros de passagem no final de junho serão historicamente baixos
Oferta apertada e problemas climáticos impulsionam os preços, mas incertezas entre EUA e China seguem pressionando a volatilidade dos mercados
Com a escalada da guerra comercial entre EUA e China e forte volatilidade nas bolsas, as cotações do café recuam, exportações caem quase 25% em março e o mercado físico segue paralisado
Anúncio de tarifas dos EUA provoca quedas nas bolsas e incertezas no comércio global do grão
Contratos futuros oscilam e estoques caem
Entre janeiro e fevereiro, as lavouras cafeeiras enfrentaram estiagem e altas temperaturas, que devem afetar o rendimento da safra atual e da próxima
Com retração de 10,4%, exportações de café seguem em queda, e cenário para os próximos embarques indica novo mês de desaceleração