A Starbucks Corp. disse na semana passada que eliminaria 600 empregos à medida que a empresa trabalha para reverter a estagnação nas cafeterias dos Estados Unidos, informou a Reuters.
A maior rede de cafeteria do mundo está sendo afetada nos últimos meses pelos menores gastos dos consumidores dos EUA, maiores custos do leite e da mão-de-obra e preocupações de que pode ter saturado seu mercado doméstico.
As vendas em lojas dos EUA caíram no último trimestre e a Starbucks, que tem sede em Seattle, já anunciou planos de expansão no exterior e o fechamento de lojas dos EUA que não estão apresentando bom desempenho.
O diretor executivo da Starbucks, Howard Schultz, que fez o anúncio em um e-mail enviado aos funcionários da empresa, deverá fornecer os detalhes da estratégia da companhia em uma reunião dia 19 de março.
Schultz também disse que a companhia dobraria o número de organizações de campo nos EUA para quatro a partir de 24 de março em uma tentativa de se aproximar de seus clientes e funcionários - que a Starbucks se refere como parceiros.
A Starbucks demitiu 220 empregados na quinta-feira passada. Um terço deles trabalhava em Seattle, informou a porta-voz da empresa, Valerie O'Neil. A companhia também eliminou mais 380 posições abertas, disse O'Neil. Nenhum dos cortes afetou as pessoas que trabalhavam nas lojas da Starbucks, disse ela, dizendo que a empresa tem 170 mil funcionários.
Starbucks cortará 600 empregos, nos EUA
A Starbucks Corp. disse na semana passada que eliminaria 600 empregos à medida que a empresa trabalha para reverter a estagnação nas cafeterias dos Estados Unidos. A maior rede de cafeteria do mundo está sendo afetada nos últimos meses pelos menores gastos dos consumidores dos EUA, maiores custos do leite e da mão-de-obra e preocupações de que pode ter saturado seu mercado doméstico.
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