Com expectativa de boa safra em 2008, cerca de 30% maior que em 2007, e demanda aquecida, a receita das indústrias torrefadoras e dos exportadores brasileiros deve ser novamente a melhor da história. O diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, espera que a demanda cresça em torno de 1 milhão de sacas em 2008 no mercado interno.
Em 2007, o consumo de café no país está estimado em 17,3 milhões de sacas, um aumento de 6,1%, comparado às 16,3 milhões de sacas consumidas em 2006. Para este ano, a expectativa é continuar nesse ritmo de crescimento.
As indústrias devem ter encerrado 2007 com movimento de R$ 6,7 bilhões, um crescimento de 24%, estimulado pelos bons preços da matéria-prima no mercado internacional. Em uma estimativa conservadora, 2008 deve registrar valorização de 5%, ultrapassando R$ 7 bilhões.
Para 2008, os volumes embarcados devem ficar entre 27 milhões e 28 milhões de sacas, mantendo ou mesmo ultrapassando a receita alcançada neste ano, segundo o diretor-executivo do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), Guilherme Braga.
A melhor safra deve prejudicar a valorização do grão, mas não há indicações de quedas acentuadas, considerando os baixos estoques do grão nas mãos dos países consumidores, disse Braga em reportagem de Mônica Scaramuzzo, do Valor Econômico.
Safra maior e demanda aquecida garantem rentabilidade
Com expectativa de boa safra em 2008, cerca de 30% maior que em 2007, e demanda aquecida, a receita das indústrias torrefadoras e dos exportadores brasileiros deve ser novamente a melhor da história. O diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, espera que a demanda cresça em torno de 1 milhão de sacas em 2008 no mercado interno.
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