Nem o aumento de quase 10% no preço do café na Bolsa de Nova York, chegando a US$ 1,075, na quarta-feira passada, estimulou os produtores a colocarem sua produção no mercado. Eles esperam melhor valorização do grão e guardam a colheita para vender no ano que vem.
A aposta maior está na perspectiva de oferta apertada para a próxima safra (2007/8), quadro que o cafeicultor espera que comece a se configurar com maior clareza, no final deste ano ou no início de 2007.
Outro fator de sustentação dos preços, esperado pelos produtores, são os baixos estoques. No final de julho, a Organização Internacional do Café estimou em 10 milhões de sacas os estoques nos países produtores. Já os consumidores detinham 18 milhões de sacas - queda de 7 milhões em dois anos.
A falta de chuvas nas lavouras brasileiras também contribui para a expectativa de safra menor e preços maiores no próximo ano.
"Quem vende café hoje é porque precisa cumprir compromissos com bancos, mão-de-obra e insumos", disse o trader John Wolthers, da exportadora Comexim, de Santos, em reportagem da Folha de S.Paulo, com informações da Reuters.
Produtores continuam segurando café
Nem o aumento de quase 10% no preço do café na Bolsa de Nova York, chegando a US$ 1,075, na quarta-feira passada, estimulou os produtores a colocarem sua produção no mercado. Eles esperam melhor valorização do grão e guardam a colheita para vender no ano que vem.
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