Os cafeicultores continuam segurando a safra colhida, insatisfeitos com o valor de cerca de R$ 230 a saca de 60 quilos. Segundo o gerente de Comercialização, Manoel Rabelo Piedade, da Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas (Cocatrel), no sul de Minas, os produtores têm contratado financiamento de pré-comercialização, o que contribui para enxugar o mercado.
No Espírito Santo, o trader Bruno Forzza Sarcinelli, da Custodio Forzza Comércio Exterior, informou que produtores aproveitaram as recentes altas do mercado futuro em Londres para vender alguns lotes de conilon. Mas a oferta voltou a se reduzir na expectativa da primeira florada dos cafezais.
Ele salientou que o exportador também não mostra muito interesse de compra. Isso porque os operadores aguardam a entrada no mercado da próxima safra de robusta do Vietnã (a partir de outubro), que deve ser volumosa. Além disso, os contratos futuros em Londres sugerem preços mais baixos do que no imediato, reduzindo o interesse de negociação, informou reportagem de Tomas Okuda para o Suplemento Agrícola do jornal O Estado de S.Paulo.
Produtor ainda espera melhor preço para vender
Os cafeicultores continuam segurando a safra colhida, insatisfeitos com o valor de cerca de R$ 230 a saca de 60 quilos. Segundo o gerente de Comercialização, Manoel Rabelo Piedade, da Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas (Cocatrel), no sul de Minas, os produtores têm contratado financiamento de pré-comercialização, o que contribui para enxugar o mercado.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em:
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!