Pressão vendedora diminui com opções de financiamento
O mercado físico brasileiro de café trabalhou nas mesmas bases da semana anterior, mas com poucos negócios concretizados. Com a ampliação da baixa, o mercado físico parou. Os compradores diminuíram o valor de suas ofertas e os vendedores se retraíram deixando os negócios para a próxima semana. Com o aparecimento nos últimos anos de novos instrumentos de financiamento e garantia de preços na entrada da safra, além de bancos privados interessados em participar do financiamento agrícola, o número de cafeicultores que está aprendendo a utilizar os novos instrumentos cresce rapidamente, o que diminuirá ano a ano a pressão vendedora no início da colheita.
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"Até a quinta-feira pela manhã, antes da queda se acentuar, o mercado físico brasileiro de café trabalhou nas mesmas bases da semana anterior, mas com poucos negócios concretizados. Com a ampliação da baixa, o mercado físico parou. Os compradores diminuíram o valor de suas ofertas e os vendedores se retraíram deixando os negócios para a próxima semana", comentou o Escritório.
Com o aparecimento nos últimos anos de novos instrumentos de financiamento e garantia de preços na entrada da safra, além de bancos privados interessados em participar do financiamento agrícola, o número de cafeicultores que está aprendendo a utilizar os novos instrumentos cresce rapidamente, o que diminuirá ano a ano a pressão vendedora no início da colheita.
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