"É uma introdução de um produto que não é o mesmo. É semi-lavado. E você pode provar a diferença na xícara. Há um contrato "B" para aqueles cafés que já existem", disse. "O "C" do contrato é de centrais. "B" é para Brasil."
Os produtores centro-americanos preocupam-se que, se a enorme colheita bianual do Brasil for entregue, transbordará a capacidade dos armazéns e conduzirá a um excesso de oferta, abaixando preços e prejudicando o mercado de pequenos produtores nas Américas Central e do Sul.
Os preços comprimidos cortarão pequenos produtores fora do mercado, o que poderia somente conduzir a mais imigração ou produção de drogas, disse Rasch, indagando, "É isto realmente o que a NYBOT quer?"
Dub Hay, vice-presidente de compra de café da Starbucks e membro do comitê da NYBOT, disse, numa entrevista recente, que não houve, nos últimos seis meses, nenhuma discussão para tornar o contrato C passível de liquidação por entrega de café do Brasil.
A notícia é da Reuters, publicada no site Flexnews.com.
Oposição a café do Brasil no contrato C da NYBOT
O vice-presidente da Anacafe, Cristão Rasch enfatiza a oposição da Guatemala à inclusão do café arábica do Brasil na bolsa de Nova Iorque, NYBOT, sob os termos do contrato "C", que engloba os arábicas lavados.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em:
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!