Segundo a pesquisa, nos últimos anos houve um expressivo aumento da mobilização e sensibilização de mulheres ligadas à cafeicultura no país, o que possibilitou maior acesso a informações, capacitação profissional e, inclusive, melhoria na qualidade do café.
A professora da FIA Business School e do núcleo PENSA, Christiane Leles, ressalta que “apesar dos avanços, a diferença de gênero ainda predomina nas regiões agrícolas do país, onde os homens têm mais acesso à informação, à assistência técnica, linhas de créditos e, consequentemente, maior produtividade”.
A pesquisa teve como foco a elaboração de sugestões de estratégias privadas para todos os agentes do agronegócio, cafeicultores, cooperativas, empresas de pesquisa, entre outros. Também abordou sugestões de políticas públicas para governos, que possam efetivamente reduzir a desigualdade de gênero.
A FIA Business School, foi criada em 1980, atua em educação executiva, pesquisa e consultoria com soluções customizadas para organizações do setor privado e público, transformando conhecimento em resultados.
As informações são da Agência Fato Relevante