A produção de café arábica foi mantida praticamente estável na comparação mensal, estimada em 44,4 milhões de sacas (2,7 milhões de toneladas). De acordo com o instituto, as condições climáticas têm favorecido as lavouras do Centro-Sul e a safra também é impulsionada pela bienalidade positiva, característica do ciclo produtivo da espécie.
Já a estimativa para o café canephora (conilon e robusta) foi revisada para baixo. O IBGE passou a projetar uma produção de 21,6 milhões de sacas (1,3 milhão de toneladas), redução de 3,6% em relação ao levantamento anterior. Mesmo com o ajuste, o volume permanece 3% acima do registrado em 2025.
A nova projeção reforça a expectativa de uma recuperação da oferta brasileira em 2026/27, embora os ajustes mensais indiquem que o desempenho da safra continua sendo acompanhado de perto à medida que a colheita avança.