Leitor opina: oferta de café restrita seria melhor
Para Joseph Crescenzi, de Itaipé, MG, o preço da saca de café é um dos três pilares da sustentabilidade. A sustentabilidade ecológica, social e econômica são as bases sobre as quais todas as certificadoras trabalham. Se houver uma oferta além da procura o pilar econômico cai. Por ser o pilar que tem efeito mais imediato sobre a vida do produtor, é melhor que haja uma oferta restrita e mais remunerativa para o mesmo.
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Essa é a pergunta que o CaféPoint faz aos seus leitores. Abaixo seguem algumas opiniões.
Elisabeth Helena Rabelo Corrêa Barbosa, de Boa Esperança, MG, acredita que preços altos como consequência de uma escassez do produto seria melhor para a cafeicultura brasileira como um todo, porque com o real super valorizado fica impossível trabalhar no setor devido seus altos custos.
No entanto, Eduardo de Toledo Leite, de São Paulo, SP, diz que não há aumento de preço que compense uma queda de produção, ainda mais se essa queda afetar safras futuras (seca, geada).
Para Joseph Crescenzi, de Itaipé, MG, o preço da saca de café é um dos três pilares da sustentabilidade. A sustentabilidade ecológica, social e econômica são as bases sobre as quais todas as certificadoras trabalham. Se houver uma oferta além da procura o pilar econômico cai. Por ser o pilar que tem efeito mais imediato sobre a vida do produtor, é melhor que haja uma oferta restrita e mais remunerativa para o mesmo.
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Rodrigo Cascalles, equipe CaféPoint
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BOA ESPERANÇA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 27/10/2007
Restringir oferta de café no mercado é uma ótima idéia. Para se ter preços de vendas acima dos preços de custos, é necessário possuir pequeníssima oferta do produto, estoques zerados, etc., e inclusive deixar de negociar café futuro nas bolsas a preços desgraçados de ruim, em dólar com valorização do real e com exigências de qualidade e tipos praticamente impossíveis para maioria dos produtores.
Os fatores de produção estão muito caros, caríssimos. Daqui 2-3 anos (safra 09/10 e 10/11) as lavouras estarão exauridas por falta de água e de tratos culturais. Haja quebradeira. Nós temos saudades do Fernando Collor, acabou com o IBC, assim como toda politica de bons negócios do café, parabéns para ele.
Abraços,