A Guatemala quer entrar no mercado da China, Coréia do Sul e Austrália com seu café gourmet. A meta é vender a quem pagar mais.
Produtores membros da Anacafé querem vender seus grãos na Ásia, pois este é um mercado em expansão e possui compradores dispostos a pagar por qualidade. "Como não temos condições de suprir toda a demanda, venderemos para quem puder pagar mais", disse o presidente da Anacafé, Christian Rash.
Por isso, produtores guatemaltecos têm procurado estabelecer contratos de longo prazo com as torrefadoras dispostas a pagar melhores preços.
O país já adotou essa estratégia para conseguir novos compradores no Canadá, Rússia e Taiwan. Em fevereiro, um grupo de 14 importadores russos esteve na Guatemala para assinar contratos, informou notícia da Reuters.
Embora muitos desses mercados sejam pequenos comparados aos mercados americano e europeu, podem ser muito lucrativos, ajudando o país, que é o maior produtor da América Central, a lidar com tradicionais produtores de cafés finos como a Colômbia e a Etiópia.
Não é para menos que os produtores da Guatemala vêem com muito bons olhos o crescimento do setor na Rússia, que foi superior a 15% ano passado, planejando exportar para o país cerca de 20 mil sacas este ano, contra cerca de 9 mil sacas ano passado.
Guatemala busca melhor remuneração para seu café
A Guatemala quer entrar no mercado da China, Coréia do Sul e Austrália com seu café gourmet. A meta é vender a quem pagar mais. Produtores membros da Anacafé querem vender seus grãos na Ásia, pois este é um mercado em expansão e possui compradores dispostos a pagar por qualidade. "Como não temos condições de suprir toda a demanda, venderemos para quem puder pagar mais", disse o presidente da Anacafé, Christian Rash. Por isso, produtores guatemaltecos têm procurado estabelecer contratos de longo prazo com as torrefadoras dispostas a pagar melhores preços.
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