O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, reafirmou ontem que a área econômica do governo (Ministérios da Agricultura e Fazenda) está analisando novas medidas de apoio à cafeicultura. A informação foi passada ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, parlamentares da bancada mineira e lideranças do café de municípios do sul de Minas Gerais que estiveram no ministério.
Conforme Stephanes, as ações em discussão, entre elas a aquisição de produto para formação de estoques do governo, têm o objetivo de garantir renda para o produtor, principalmente, no período da colheita, quando o preço sofre maior queda. O ministro explicou que hoje os estoques mundiais do produto estão com os países consumidores que tem sido responsáveis por regular os preços no mercado internacional.
O ministro ainda reforçou a necessidade de se adotar outras medidas governamentais para o setor. "A cafeicultura nacional tem situações bem diferentes em cada região produtora e isso deve ser levado em consideração nas decisões de apoio ao setor", completou.
As informações são do Mapa.
Governo analisa novas medidas de apoio à cafeicultura
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, reafirmou ontem que a área econômica do governo (Ministérios da Agricultura e Fazenda) está analisando novas medidas de apoio à cafeicultura. A informação foi passada ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, parlamentares da bancada mineira e lideranças do café de municípios do sul de Minas Gerais que estiveram no ministério.
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ANTONIO AUGUSTO REIS
VARGINHA - MINAS GERAIS
EM 08/08/2009
Prezado Senhores:
No momento, na situação em que nos encontramos, qualquer medida de apoio à nossa atividade será bem vinda. Porém não devemos perder o foco que o mais importante para a nossa atividade é a sua sustentabilidade.
Com essas considerações, quero insistir que precisamos focar em alternativas que sejam financeiramente factíveis sua implantação para nós produtores e que poderão representar muito na organização da atividade e de sua rentabilidade.
Tenho me referido com freqüência nas contribuições oriundas do Estado do Paraná. Vamos recordar que contribuições são essas e que poderiam alavancar nossa atividade:
SAFRA ZERO - com a safra zero além de diversos outros benefícios, há uma redução da oferta de um quantitativo superior a 4 milhões de sacas. Quando associado com a proposta da APAC da retirada também do PVA (preto,verde e ardido) mais 4 a 8 milhões de sacas deixarão o mercado, caso seja implantada pelas nossas cooperativas/produtores.
Só aqui estamos falando de 8 a 12 milhões de sacas a menos no mercado. Pergunto: Será que os preços não subirão somente com essas 2 medidas?
FAEP - quer medida urgente contra a crise ( não deixem de ler a matéria no cafépoint )
APAC - com relação a essa entidade abaixo reproduzirei alguns pontos da matéria: Propostas Estratégicas para o Café de autoria do Dr. Ricardo Strenger, atual Presidente da Associação.
Chegou o momento de nos posicionarmos com clareza, e para isso estamos propondo a revitalização da ABCA (Associação Brasileira de Café Arábica).
Os críticos dizem que tudo é café, e que o setor será enfraquecido. Isto absolutamente não é verdade, pois os cafés são totalmente diferentes. Com a segmentação do produto, o setor será fortalecido com políticas diferentes para cada café, o que fortalecerá tanto o café Arábica, como o café Robusta/Conilon brasileiro que é superior ao da Ásia.
Aproveitamos para sugerir a criação de uma associação de café Robusta/Conilon e nos associando para valorizar e fazer políticas para o produto final.
Os compradores de café se profissionalizaram e agregaram incríveis valores, através de instrumentos de venda e marketing brilhantes. Nós produtores nos encontramos num estágio primitivo de comercialização e marketing.
Não podem confundir ou ficarem ofendidos quando propomos uma avaliação ou divulgamos novas idéias para melhoria de nossa classe. Algumas pessoas interpretam a avaliação como um aspecto negativo de qualquer ação. Principalmente nas organizações e na sociedade esta é associada à restrição, coerção, delimitação, direção, manipulação.
Companheiro Produtores, acho que estamos avançando com as contribuições apresentadas.
Procure sua cooperativa discuta com os seus representantes e outros produtores.
Vamos mobilizar em cima de propostas. Não temos espaço para ciúmes, vaidades ou outros adjetivos. O que está em jogo é a sobrivivência de um segmento enorme e que depende da nossa mobilização. PENSEM NISSO.
No momento, na situação em que nos encontramos, qualquer medida de apoio à nossa atividade será bem vinda. Porém não devemos perder o foco que o mais importante para a nossa atividade é a sua sustentabilidade.
Com essas considerações, quero insistir que precisamos focar em alternativas que sejam financeiramente factíveis sua implantação para nós produtores e que poderão representar muito na organização da atividade e de sua rentabilidade.
Tenho me referido com freqüência nas contribuições oriundas do Estado do Paraná. Vamos recordar que contribuições são essas e que poderiam alavancar nossa atividade:
SAFRA ZERO - com a safra zero além de diversos outros benefícios, há uma redução da oferta de um quantitativo superior a 4 milhões de sacas. Quando associado com a proposta da APAC da retirada também do PVA (preto,verde e ardido) mais 4 a 8 milhões de sacas deixarão o mercado, caso seja implantada pelas nossas cooperativas/produtores.
Só aqui estamos falando de 8 a 12 milhões de sacas a menos no mercado. Pergunto: Será que os preços não subirão somente com essas 2 medidas?
FAEP - quer medida urgente contra a crise ( não deixem de ler a matéria no cafépoint )
APAC - com relação a essa entidade abaixo reproduzirei alguns pontos da matéria: Propostas Estratégicas para o Café de autoria do Dr. Ricardo Strenger, atual Presidente da Associação.
Chegou o momento de nos posicionarmos com clareza, e para isso estamos propondo a revitalização da ABCA (Associação Brasileira de Café Arábica).
Os críticos dizem que tudo é café, e que o setor será enfraquecido. Isto absolutamente não é verdade, pois os cafés são totalmente diferentes. Com a segmentação do produto, o setor será fortalecido com políticas diferentes para cada café, o que fortalecerá tanto o café Arábica, como o café Robusta/Conilon brasileiro que é superior ao da Ásia.
Aproveitamos para sugerir a criação de uma associação de café Robusta/Conilon e nos associando para valorizar e fazer políticas para o produto final.
Os compradores de café se profissionalizaram e agregaram incríveis valores, através de instrumentos de venda e marketing brilhantes. Nós produtores nos encontramos num estágio primitivo de comercialização e marketing.
Não podem confundir ou ficarem ofendidos quando propomos uma avaliação ou divulgamos novas idéias para melhoria de nossa classe. Algumas pessoas interpretam a avaliação como um aspecto negativo de qualquer ação. Principalmente nas organizações e na sociedade esta é associada à restrição, coerção, delimitação, direção, manipulação.
Companheiro Produtores, acho que estamos avançando com as contribuições apresentadas.
Procure sua cooperativa discuta com os seus representantes e outros produtores.
Vamos mobilizar em cima de propostas. Não temos espaço para ciúmes, vaidades ou outros adjetivos. O que está em jogo é a sobrivivência de um segmento enorme e que depende da nossa mobilização. PENSEM NISSO.