A aquisição de indústrias torrefadoras de café, que movimentam R$ 3 bilhões por ano no Brasil, por empresas estrangeiras, e a fusão de algumas nacionais têm favorecido o crescimento do setor. Em contrapartida, isso tem reduzido o número de fábricas, na sua maioria empresas familiares.
"O ponto-chave para garantir a sobrevivência das empresas de menor porte no mercado seria aumentar a competitividade do setor", afirmou o presidente do Sindicato da Indústria de Café do Estado de Minas Gerais (Sindicafé), Almir José da Silva Filho.
Para traçar um diagnóstico visando desenvolver a competitividade da indústria de torrefação em Minas, o governo estadual formou um grupo de trabalho que envolve algumas secretarias e entidades privadas representativas do setor, informou o Diário do Comércio/MG.
Fusões concentram o setor torrefador
A aquisição de indústrias torrefadoras de café, que movimentam R$ 3 bilhões por ano no Brasil, por empresas estrangeiras, e a fusão de algumas nacionais têm favorecido o crescimento do setor. Em contrapartida, isso tem reduzido o número de fábricas, na sua maioria empresas familiares.
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MARA FREITAS
LAVRAS - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 04/09/2006
O processo de maturidade conduz a situações onde muitas vezes torna-se necessário "cortar na própria carne", parafraseando o Sr. Almir Filho aqui.
É evidente que a competitividade do setor, em especial no Estado de Minas Gerais, vai custar algumas "vidas". Mesmo ante uma política de Estado. A pequena indústria é frágil e tem sua atuação local ameaçada pela entrada de marcas regionais, com maiores recursos de marketing.
Teremos que nos acostumar ao ditado "pimenta nos olhos dos outros não arde", porque a sustentabilidade da pequena indústria depende do andar da carruagem do mercado consumidor nacional... Até 2010...Depois até 2035...
É evidente que a competitividade do setor, em especial no Estado de Minas Gerais, vai custar algumas "vidas". Mesmo ante uma política de Estado. A pequena indústria é frágil e tem sua atuação local ameaçada pela entrada de marcas regionais, com maiores recursos de marketing.
Teremos que nos acostumar ao ditado "pimenta nos olhos dos outros não arde", porque a sustentabilidade da pequena indústria depende do andar da carruagem do mercado consumidor nacional... Até 2010...Depois até 2035...