O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem, 29/06, voto proposto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), elevando de 4% para 4,5% a taxa de remuneração dos agentes financeiros nas operações de crédito com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).
Devido à resolução Bacen nº 2.682, que regulamenta a constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa, os agentes financeiros, dependendo do risco do cliente, têm que fazer um provisionamento que varia de 0,5% sobre o valor das operações classificadas como de risco nível A até 10% no caso do risco nível D.
Com a elevação dessa taxa de remuneração, a expectativa é de que os agentes financeiros fiquem mais propensos a assumir maior risco operacional e, em decorrência, atinjam mais mutuários, de acordo com a Divisão de Imprensa da Assessoria de Comunicação do Mapa.
Coincidentemente ou não, o Banco do Brasil anunciou, também no dia de ontem, a disponibilização de mais R$550 milhões em recursos do Fundo, até o final deste ano.
Na atual safra, o Funcafé destinou R$ 600 milhões para a colheita, R$ 800 milhões para a estocagem e R$ 178 milhões para aquisição de café pelas indústrias. Com adoção dessa medida, proposta pelo Mapa, deverão ser disponibilizados, de imediato, para os agentes financeiros, cerca de R$ 500 milhões para a colheita e R$ 320 milhões para a estocagem.
Fonte: Equipe CaféPoint, com informações da Divisão de Imprensa da Assessoria de Comunicação do Mapa
Funcafé: Spread dos bancos passa para 4,5%
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem, 29/06, voto proposto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) elevando de 4% para 4,5% a taxa de remuneração dos agentes financeiros nas operações de crédito com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).
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