Ao contrário do que acontece com pesquisas sobre outros produtos agrícolas, que estão nas mãos da iniciativa privada, o genoma do café ainda está concentrado no setor estatal.
O programa de seqüenciamento do genoma foi desenvolvido por 40 institutos de pesquisa, liderados pela Embrapa. Entre 2004 e 2006, o projeto teve R$ 6 milhões em recursos da Finep, informou Cibelle Bouças para o Valor Econômico.
Mas isso tem seu preço: para os próximos três anos o valor de investimentos caiu pela metade, confirmando a tendência de falta de investimento estatal em biotecnologia.
Salvas exceções, o aporte de recursos públicos foi reduzido após a febre de investimentos entre 2000 e 2005 aplicados no seqüenciamento do genoma de plantas e outros seres vivos, o que compromete o desenvolvimento do Brasil e a obtenção de patentes de recursos genéticos.
Falta de investimento compromete biotecnologia
Ao contrário do que acontece com pesquisas sobre outros produtos agrícolas, que estão nas mãos da iniciativa privada, o genoma do café ainda está concentrado no setor estatal.
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