Estudo: aumento de produtividade reduz custo unitário

Painel realizado no município de Três Pontas, sul de Minas Gerais, mostrou que o aumento de produtividade, apesar de elevar o custo total, reduz consideravelmente os custos unitários, aumentando a rentabilidade. Com o objetivo de analisar a implicação do aumento de produtividade na redução dos custos unitários, são apresentadas duas situações: uma com a produtividade indicada no painel e outra com uma produtividade potencial.

Publicado por: CaféPoint

Publicado em: - 1 minuto de leitura

Ícone para ver comentários 11
Ícone para curtir artigo 0

Painel realizado no município de Três Pontas, sul de Minas Gerais, mostrou que o aumento de produtividade, apesar de elevar o custo total, reduz consideravelmente os custos unitários, aumentando a rentabilidade. No caso específico dessa região, considerando o potencial da lavoura, a produtividade passou de 22 sacas beneficiadas para um patamar de 27 sacas por hectare. Vale ressaltar que todo o manejo permaneceu inalterado.

A propriedade analisada em Três Pontas possui área de 30 hectares de cafeeiros e produtividade média de 22 sacas beneficiadas por hectare. Os itens considerados se referem ao uso de insumos; todos os gastos com a colheita, desde a mão-de-obra até o beneficiamento; despesas com funcionários, incluindo os encargos; gastos com depreciação, correspondentes a perda de valor dos ativos fixos que constam no inventário. Também foram incluídos os gastos que representam menos do que 5% do COT que, por serem numerosos, foram classificados como outros.

Com a produtividade indicada no painel, o custo operacional efetivo (COE) é de R$ 5.716,12 por hectare e o custo operacional total (COT) de R$ 6.073,83 por hectare.

Com o objetivo de analisar a implicação do aumento de produtividade na redução dos custos unitários, são apresentadas duas situações: uma com a produtividade indicada no painel e outra com uma produtividade potencial, calculada utilizando-se como referenciais as quantidades de Nitrogênio (N) e Potássio (K2O), aplicadas via adubação (1,2t de 20-05-20, como única fonte de fertilizante), informadas na realização do painel. Na situação de potencial, foram mantidos constantes todos os itens originais, exceto os referentes ao incremento de produção, que são os gastos com a colheita, sacaria e beneficiamento.

Para facilitar o cálculo destes custos, as equipes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Universidade Federal de Lavras (UFLA) desenvolveram uma planilha que será disponibilizada aos cafeicultores no site da CNA - www.cna.org.br. Sua utilização viabilizará o cálculo do custo de produção, permitindo a análise dos resultados obtidos. As informações são da CNA.

Figura 1
Ícone para ver comentários 11
Ícone para curtir artigo 0

Publicado por:

Foto CaféPoint

CaféPoint

O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!

Deixe sua opinião!

Foto do usuário

Todos os comentários são moderados pela equipe CaféPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração.

Vinícius T. Andrade
VINÍCIUS T. ANDRADE

EM 07/05/2008

Caro Senhor Jose Eduardo Reis Leão Teixeira,

É muito bom saber que a cafeicultura conta com o apoio de pessoas bem capacitadas como o senhor. Porém, penso que seus conhecimentos deveriam ser compartilhados construtivamente para o bem da cafeicultura, já que o conhecimento, em todas as áreas, está longe de estar completo e ser imutável, premissa essa corroborada pela história. Concordo com o senhor que conhecimento é fundamento básico, mas não é um fetiche, é um processo multideterminado e complexo que demanda reflexões mais aprofundadas para não "sucumbir" por falta de renovação e reestruturação. Visões reducionistas que desconsideram a complexidade intrínseca dos problemas são importantes e válidas, mas devem ser utilizadas com cautela pois a elementaridade pode estar relacionada a uma abordagem simplista e ideológica. Charles Darwin(1809-1882) reconheceu esse fato e afirmou que: "A ignorância traz muito mais certezas que o conhecimento" Outra sugestão foi nos legada por um filósofo alemão, Georg Wilhelm Friedrich Hegel(1770-1831): "A razão vulgar não filosofa, vê superfícies ou se entorpece no que todos pensam."
O diálogo é muito benéfico na elaboração do conhecimentio, visto que é um processo social e não individual devido à impossibilidade de "posse" integral por uma única "mente brilhante". Portanto a cafeicultura tem muito a ganhar com a colaboração mútua entre pessoas e não com ofensas.
Li o estudo e não constatei que o objetivo seria "redescobrir a roda"- isto é, responder à pergunta: "A escala produtiva tem correlação com os custos unitários de produção?" Penso que seus autores, tanto quanto o senhor, sabem a resposta dessa pergunta, e apenas informaram "o quanto", no caso específico da propriedade avaliada. Em minha opinião, o objetivo foi alcançado com sucesso.
Enorme "Quantidade de Intelecto" possuía Sócrates (470-399 a.C.), que dizia: "(...) nem sábio de minha sabedoria, nem ignorante de minha ignorância."
Em consideração

Chrystian Teixeira Rocha
CHRYSTIAN TEIXEIRA ROCHA

LAVRAS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 07/05/2008

Caro Senhor Jose Eduardo Reis Leão Teixeira,

Depois de tudo isso que fomos obrigados a ler sobre uma "percepção" que no mínimo aponto como equivocada, consigo tirar algo que realmente é correto em suas palavras, quando o senhor finaliza sua última postagem dizendo que é um debatedor que possui conhecimentos razoáveis, concordo em número, gênero e grau a não ser se quiser trocar por "pouquíssimos conhecimentos", a não ser é claro que uma divindade em custos de produção tenha aparecido e mude toda a concepção do que se conhece hoje. O senhor conhece alguma? Ou se acha o escolhido?

Tente da próxima vez se ater ao que foi colocado neste momento como notícia, ou trabalho, ou artigo e não queira aparecer em cima de trabalho feito por outras pessoas sérias e respeitáveis que não necessitam de demonstrar ou publicar seus currículos em todos os postes e muros da cidades para dizer quem são, existem pessoas que não tem essa necessidade pois o trabalho delas fala por elas e outras pessoas as ressaltam por mérito não por mendigagem. Tente debater o que foi colocado de maneira respeitosa e menos agressiva e não queira dizer que o conhecimento pertencente a elas se baseiam somente em poucas linhas.

Se o senhor se encontra em um mundo superior aos pobres mortais que necessitam de informações ditas como "primárias" nos perdoe por não ajoelharmos aos pés de tal divindade e voltarmos atrás em nossos trabalhos, pois como já disse muitos precisam destas informações, mas parece que o senhor não conhece ninguém deste gabarito, pois elas não têm currículos gigantescos para subir em cima e aparecer ou no fim usá-lo para se esconder.

Infelizmente debater com vossa senhoria sobre custos de produção mais a fundo ou superficialmente seria o mesmo que o senhor tentar debater comigo sobre engenharia civil, eu não conheço nada de engenharia e não me atrevo a falar sobre de forma agressiva com tais profissionais, pois tenho muito respeito e admiração pela classe, não por todos, mas pela maioria .

Espero que um dia o senhor escreva alguns trabalhos sérios que terei todo o prazer em conhecê-los e divulgá-los ou quem sabe um livro que se torne um "best seller" para a cafeicultura e irei para as noites de autógrafos.

Sairei agora desta discussão divina e voltarei aos meus trabalhos que creio construtivos para pessoas sérias e bem intencionadas.

Pela última vez, obrigado.
Chrystian Teixeira Rocha
CHRYSTIAN TEIXEIRA ROCHA

LAVRAS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 07/05/2008

Caro Senhor Jose Eduardo Reis Leão Teixeira,

Depois de tudo isso que fomos obrigados a ler sobre uma "percepção" que no mínimo aponto como equivocada, consigo tirar algo que realmente é correto em suas palavras, quando o senhor finaliza sua última postagem dizendo que é um debatedor que possui conhecimentos razoáveis. Concordo em número, gênero e grau, a não ser se quiser trocar por "pouquíssimos conhecimentos", a não ser é claro que uma divindade em custos de produção tenha aparecido e mude toda a concepção do que se conhece hoje. O senhor conhece alguma? Ou se acha o escolhido?

Tente da próxima vez se ater ao que foi colocado neste momento como notícia, ou trabalho, ou artigo e não queira aparecer em cima de trabalho feito por outras pessoas sérias e respeitáveis que não necessitam de demonstrar ou publicar seus currículos em todos os posters e muros da cidades para dizer quem são. Existem pessoas que não tem essa necessidade, pois o trabalho delas fala por elas e outras pessoas as ressaltam por mérito, não por mendigagem. Tente debater o que foi colocado de maneira respeitosa e menos agressiva e não queira dizer que o conhecimento pertencente a elas se baseiam somente em poucas linhas.

Se o senhor se encontra em um mundo superior aos pobres mortais que necessitam de informações ditas como "primárias" nos perdoe por não ajoelharmos aos pés de tal divindade e voltarmos atrás em nossos trabalhos, pois como já disse, muitos precisam destas informações, mas parece que o senhor não conhece ninguém deste gabarito, pois elas não têm currículos gigantescos para subir em cima e aparecer ou no fim usá-lo para se esconder.

Infelizmente debater com vossa senhoria sobre custos de produção mais a fundo ou superficialmente seria o mesmo que o senhor tentar debater comigo sobre engenharia civil: eu não conheço nada de engenharia e não me atrevo a falar sobre isso de forma agressiva com tais profissionais, pois tenho muito respeito e admiração pela classe, não por todos, mas pela maioria.

Espero que um dia o senhor escreva alguns trabalhos sérios que terei todo o prazer em conhecê-los e divulgá-los ou quem sabe um livro que se torne um "best seller" para a cafeicultura e irei para as noites de autógrafos.

Sairei agora desta discussão divina e voltarei aos meus trabalhos que, creio construtivos para pessoas sérias e bem intencionadas.

Pela última vez, obrigado.
Jose Eduardo Reis Leão Teixeira
JOSE EDUARDO REIS LEÃO TEIXEIRA

VARGINHA - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 07/05/2008

Senhores (as)

Quando se sentirem prontos e se acharem capacitados para um debate, coloquem suas credenciais curriculares e práticas na mesa e me desafiem abertamente.
Absolutamente nada resolve ser "centros de Inteligencia" disto ou daquilo, pois inteligência é medida por "Quantidade de Intelecto", enquanto para resolver problemas o importante está em associar o intelecutal ao conhecimento e experiências.Assim, conhecimento é o fundamento básico e sobre este teremos de discutir.
Portanto, deixemos de melindres e vamos ao que interessa. Os cafeicultores e a cafeicultura de Arábica não possuem mais tempo para discussões primárias.
Me chamem ao debate, mas ao fazerem isto sustentem até o final e não corram durante o mesmo.
Iremos mostrar e esclarecer quem tem razão neste assunto.
Quem tiver razão comprovará e quem não tiver terá de reconhecer publicamente, sendo eu ou os "centros de inteligência" assessorados por quem achar e se achar conveniente.
Se me convidarem ao debate, o aceitarei, desde que se identifiquem inicialmente, e todos coloquemos nossas credenciais curriculares e profissionais.
Em resposta ao Sr. Otacilio, não foi meu comentário infeliz, de forma alguma, muito pelo contrário. Infeliz é ser cafeicultor tendo um sistema de apoio com conceituação primária, enquanto o momento exige velocidade, precisão de respostas e profissionalismo despojado de interesses politiqueiros.
Falo e escrevo o que muitos se acovardam em fazê-lo e outros tantos acham ser politicamente errado. Porém, isto não me incomoda, pois prefiro ser profissionalmente correto.
Sou bom debatedor e possuo conhecimentos razoáveis, portanto, aguardo!

Saudações
OTACILIO JUNIOR DA SILVA ROCHA
OTACILIO JUNIOR DA SILVA ROCHA

ESPERA FELIZ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 07/05/2008

Sr. Eduardo,

O seu comentário foi muito infeliz. Todos sabemos que o aumento de produção é a chave para um melhor custo da mesma, mas alguns produtores precisam saber disto mais claramente. Muitas vezes se consegue o aumento de produção, mas com isto também se aumentam muito os custos , criando uma falsa ilusão de economia. Sendo assim, acredito que o Sr. como pessoa esclarecida do meio deveria olhar esta materia de uma forma mais ampla.
Jose Eduardo Reis Leão Teixeira
JOSE EDUARDO REIS LEÃO TEIXEIRA

VARGINHA - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 07/05/2008

Senhores (as)

Já aprendi tanto sobre custos de produção, que atualmente, não consigo ficar inerte diante de certas dissertações que leio ou ouço a respeito.
Especificamente sobre café, não só entendo potencialmente, como também, construo os custos em função dos preços de venda.
Desta forma os senhores levarão séculos tentando...tentando...tentando... e infelizmente a cafeicultura de arábica do Brasil não irá espera-los e irá sucumbir muito antes.
Desculpem, mas não há nivel técnico para discutirmos, mesmo depois de ter relido o texto dos senhores. Não mudou em nada minha interpretação, a não ser que a intenção esteja propositalmente escondida.
O que os senhores apresentaram é tão elementar quanto o resultado matemático de 2+2.
Os cafeicultores precisam sair do fundamento primário, pois apenas o produto o é, mas não a economia.

Em consideração

mosana da costa rodrigues
MOSANA DA COSTA RODRIGUES

LAVRAS - MINAS GERAIS - ESTUDANTE

EM 07/05/2008

Ridículo?
Se todos soubesse que o aumento de produtividade geralmente indica redução de custo unitário, os produtores precisariam de subisídios?
Ridículo é precisar de subsídios. E se precisa de subsídios, geralmente, é porque os produtores tem problema com custos.
Chrystian Teixeira Rocha
CHRYSTIAN TEIXEIRA ROCHA

LAVRAS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 06/05/2008

Caro Senhor Jose Eduardo Reis Leão Teixeira,<br><br>Pelo que parece, o descuido maior não é das pessoas lerem certas "coisas", mas sim de "certas" pessoas lerem e não tomarem o devido cuidado de entender o que leram. Isso mostra o grau de preocupação, não com o tema, mas com as críticas mal colocadas e sem nenhum fundamento, apenas com o intuito de desconstruir um trabalho sério, feito por pessoas sérias que se dedicam e contribuem para a cafeicultura e outros setores que obviamente o senhor desconhece.<br><br>Peço que da próxima vez faça um melhor uso da democracia e do seu direito (inegável) de opinar, mas procure primeiramente ENTENDER o que está sendo colocado, ou mesmo que outras pessoas precisam ter acesso a informações que o senhor julga óbvio, mas que são essenciais para tomarem decisões e até mesmo muitas vezes deixarem de tomar prejuízo, pois começam a ver as coisas sobre um prisma que não viam até então.<br><br>Pode ser que agora o senhor possa perder mais um pouco do seu tempo e ler novamente e quem sabe consiga ver o cerne do estudo e possa até mesmo se retratar do que foi comentado acima.<br><br>Fundamente-se um pouco mais sobre o tema, acompanhe os estudos que acrescentam este trabalho e aprenda um pouquinho sobre custos de produção, que sem a menor dúvida é o grande gargalho hoje no Brasil em termos de agronegócio e assim possa contribuir para a cafeicultura e ajudar os produtores a saírem deste buraco que muitos ajudaram a colocá-los lá, muitas vezes por assessorias sem fundamento. <br><br>Sem mais,<br>Atenciosamente
Nádia Carvalho
NÁDIA CARVALHO

LAVRAS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 06/05/2008

Senhor José Eduardo, <br><br>Concordo que não há dúvidas quanto ao efeito da produtividade na redução dos custos unitários na cafeicultura mas será esse o propósito do estudo acima? Creio que não. O estudo tem como objetivo ilustrar por meio de números a estimativa de custos em duas situações de produtividade. A pergunta "Será que aumento de produtividade reduz custos unitários?" talvez possa ser respondida sem o estudo da CNA mas eu pergunto ao senhor "QUANTO?" E essa é uma resposta que o estudo apresenta e que pode servir de parâmetro para que produtores façam sua análise individual e vejam como esse ganho de escala se comporta. <br>Valorizo o trabalho e qualquer iniciativa de melhorar a gestão de propriedades rurais. Respeito sua opinião, mas creio que sua indignação e desrespeito pelo trabalho foram infundados.<br>Em tempo: Existem situações em que o esforço para o aumento de produtividade aumenta os custos médios e é conhecida como deseconomia de escala, sendo assim a mensagem do texto já era esperada, mas não é uma regra.<br>
Nádia Carvalho
NÁDIA CARVALHO

LAVRAS - MINAS GERAIS - MÍDIA ESPECIALIZADA/IMPRENSA

EM 06/05/2008

Senhor José Eduardo, concordo que não há dúvidas quanto ao efeito da produtividade na redução dos custos unitários na cafeicultura mas será esse o propósito do estudo acima? Creio que não. O estudo tem como objetivo ilustrar por meio de números a estimativa de custos em duas situações de produtividade. A pergunta "Será que aumento de produtividade reduz custos unitários?" essa pergunta poderia ser respondida sem o estudo da CNA mas eu pergunto ao senhor "QUANTO?" E essa é uma resposta que o estudo apresenta e que pode servir de parâmetro para que produtores façam sua análise individual e vejam como esse ganho de escala se comporta. Valorizo o trabalho e qualquer iniciativa de melhorar a gestão de propriedades rurais. Respeito sua opinião mas creio que sua indignação e desrespeito pelo trabalho foram infundados.<br>Em tempo: Existem situações em que o esforço para o aumento de produtividade aumenta os custos médios e é conhecida como deseconomia de escala, sendo assim a mensagem do texto já era esperada, mas não é uma regra.<br>
Jose Eduardo Reis Leão Teixeira
JOSE EDUARDO REIS LEÃO TEIXEIRA

VARGINHA - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 06/05/2008

Ridiculo... é o mesmo que chover no molhado.
Aumento de produtividade, geralmente, indica redução de custo unitário. Será que não sabiam nem ao menos disto? Até mesmo o elementar é desconhecido? Minha Nossa Senhora! Deste jeito, realmente, vai ficar impossivel os cafeicultores sairem deste buraco.
Sem condições de discussão.
O pior é que me descuido e acabo lendo estas coisas...