A maior queda foi de arábicas naturais (que incluem os semi-lavados brasileiros), calculada em 45,6% (de 237.957 t para 129.668 t). Em seguida estão os canéforas, com queda de 43,6%. Arábicas lavados caíram 22,2%. Os índices englobam os portos das cidades de Antuérpia, Hamburgo, Le Havre, Barcelona, Trieste, Gênova, Nápoles, Tallinn (Estônia), Londres, Felixstowe (Inglaterra) e Bremen (Alemanha).
Na quinta (1/02), o arábica, na ICE, concluiu o dia com ganhos mínimos, enquanto o robusta recuou pelo segundo dia consecutivo, revertendo abaixo do limiar de US$ 3.300. Em Nova Iorque, o principal contrato para entrega em março subiu 15 pontos, e terminou o dia a 194,20 centavos por libra. Os ganhos, limitados, têm como justificativa o aumento da estimativa de exportação, pela Comexim, de cafés brasileiros de 41,5 milhões de sacas para 44,9 milhões (safra 2023/24). O clima brasileiro sustenta os preços do arábica. Por fim, Londres perdeu US$ 18, e fechou a US$ 3.287, abaixo dos recentes (e altos) contratos.
Fonte: International Comunicaffe.