Empresários ouvidos em notícia de Danilo Gregório, Luiz Silveira, Priscila Machado e Rita Gallo, do Diário do Comércio e Indústria (DCI), informaram que o Brasil procura maneiras de agregar valor às exportações de seu café, tido como de baixa qualidade.
O principal objetivo da Maiis Café é exportar o café puro arábica já torrado e moído, o qual possui maior valor. "Estamos negociando com a rede supermercadista chilena D&S a venda desse produto de alta qualidade", contou o diretor da empresa, João Carlos Abreu.
Outro mercado em prospecção é o Japão. No Brasil, os cafés torrados e moídos da Maiis são encontrados apenas em empórios e supermercados de luxo.
Outra empresa que vem exportando café com alto valor agregado é a Café do Centro, que está fechando uma parceria com uma empresa norte-americana para produzir cafés com marca própria para ser distribuídos nos Estados Unidos.
O mercado asiático é onde a empresa está ampliando a participação do seu café gourmet. A Café do Centro tem uma cafeteria, em Tókio, com 100 metros quadrados, perto do Palácio Imperial. A idéia é investir neste mercado cerca de U$ 1 milhão nos próximos três anos e inaugurar mais duas lojas, com perspectiva de ter 100 lojas nos próximos dez anos.
Empresas buscam agregar valor às exportações
Empresários ouvidos em notícia de Danilo Gregório, Luiz Silveira, Priscila Machado e Rita Gallo, do Diário do Comércio e Indústria (DCI), informaram que o Brasil procura maneiras de agregar valor às exportações de seu café, tido como de baixa qualidade.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em: - 1 minuto de leitura
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!