Segundo o analista de mercado Eduardo Carvalhaes, a crise financeira internacional não está afetando as exportações de café, pois apesar do clima de apreensão, o ritmo de negociações com o mercado externo está normal. "Os compradores sentem que está mais difícil comprar café no mercado físico, mas estão cumprindo seus compromissos. Há muita apreensão com o que vai acontecer daqui para frente, mas ainda é muito cedo para dizer o que vai acontecer no mercado de café", afirmou.
"O preço praticado em Nova York é o de café colombiano posto em Nova York. Então sempre há um diferencial entre aquele café e o vendido aqui no mercado interno. Há o diferencial pelo café brasileiro ser cotado um pouco abaixo em Nova York, pela diferença do frete, e por haver ainda os cistos para o exportador", disse Carvalhaes.
Ainda de acordo com o especialista, o produtor de café que vende o produto neste momento é o que está com contratos próximos do vencimento. Quem ainda tem mais prazo, segura a produção à espera de melhores preços. "Os produtores esperam que os preços melhorem mais para o final do ano, quando começa o inverno no Hemisfério Norte, e que termine a entrega de café com contratos do ano passado. As informações são do Canal Rural.
Crise financeira não afeta exportações de café
Segundo o analista de mercado Eduardo Carvalhaes, a crise financeira internacional não está afetando as exportações de café, pois apesar do clima de apreensão, o ritmo de negociações com o mercado externo está normal. "Os compradores sentem que está mais difícil comprar café no mercado físico, mas estão cumprindo seus compromissos. Há muita apreensão com o que vai acontecer daqui para frente, mas ainda é muito cedo para dizer o que vai acontecer no mercado de café", afirmou.
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