CMN aprova medidas de apoio à cafeicultura
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quarta-feira (26), voto para a criação de uma linha de crédito especial para recuperação de cafezais em Minas Gerais atingidos pela chuva de granizo, ocorrida em setembro deste ano. A linha será de até R$ 90 milhões, com prazo de pagamento de até seis anos. O cafeicultor com perda de, pelo menos 10% da área de produção atingida pelo fenômeno climático, terá acesso ao financiamento.
Publicado por: CaféPoint
Publicado em: - 1 minuto de leitura
O Conselho aprovou também linha de crédito para financiar a liquidação de dívida do café vinculada às Cédulas de Produto Rural (CPR), emitidas por produtores e cooperativas, com vencimento contratual até 31 de dezembro de 2007, inclusive as prorrogadas para 2008. Esse voto regulamenta o artigo 53 da Lei 11.775. A nova linha terá recursos de até R$ 100 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).
Outra medida aprovada foi a ampliação do limite de R$ 10 milhões para R$ 15 milhões do Financiamento para Aquisição de Café (FAC), por indústria. O voto amplia a base de cálculo de financiamento e permite que as instituições financeiras emprestem até 80% do valor do produto ofertado, em garantia. O percentual anterior era de até 70%.
A decisão do CMN para o FAC permite a substituição do penhor do café pelo penhor do produto industrializado ou por títulos de venda que, neste caso, prazo limita o prazo de pagamento para até seis meses.
As informações são do Mapa, adaptadas pela equipe CaféPoint.
Para continuar lendo o conteúdo entre com sua conta ou cadastre-se no CaféPoint.
Tenha acesso a conteúdos exclusivos gratuitamente!
Publicado por:
CaféPoint
O CaféPoint é o portal da cafeicultura no Brasil. Contém análises de mercado, perspectivas, cotações, notícias e espaço para interação dos leitores, além de artigos técnicos que abordam produção, industrialização e consumo de café. Acesse!
Deixe sua opinião!

MACHADO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 28/11/2008
Do jeito que as coisa vão fluindo, e se não houver uma melhora rápida nos preços recebido pelos produtores de café; com a próxima safra pequena, e com um custo de produção muito alto; um CNC que pouco tem feito; leis ambientais feitas por pessoas que não conhecem um pé de café; situação na qual um trabalhador na colheita ganha na faixa de R$ 250 por dia de serviço, mais uns 2 anos aqui na minha região(café de montanha) seremos todos assentados da reforma agrária, recebendo cesta básicas.
Aí não adianta ser produtor orgânico, ter comércio justo, ter sustentabilidade, produzir socialmente correto, ser certificado... de nada nada disso adiantará, pois matariam a galinha dos ovos de ouro.
GUAXUPÉ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 27/11/2008
Este recurso servirá para amenizar o prejuizo gerado pelo evento climático, porém os cafeicultores deverão usar honestamente o crédito e assim recuperar suas lavouras.