Apesar de cerca de dois terços da safra brasileira de café arábica terem sido colhidos, não há oferta sobrando no mercado. Os cafeicultores consideram baixos os preços praticados e seguram o produto, informou o Cepea.
Ainda de acordo com o Centro de Pesquisa da Esalq, o arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, por exemplo, continua cotado nominalmente a cerca de R$ 210/sc de 60 kg, no sul de Minas, mesmo valor negociado desde a última sexta-feira, dia 14. Produtores pedem valores de aproximadamente R$ 10 a mais por saca.
No entanto, a previsão é que os preços do grão não subam no curto prazo, já que o mercado futuro opera em baixa com as previsões de uma oferta elevada no Brasil e de baixo risco de geadas nas principais regiões produtoras do país.
O Indicador Cepea/Esalq do arábica fechou a R$ 216,94/sc nessa terça, praticamente estável no acumulado deste mês (-0,75%). Para o robusta, há alta acumulada de 1,36% no mesmo período e o indicador fechou a R$ 159,97/sc na terça.
Baixo preço leva cafeicultores a segurar a safra
Apesar de cerca de dois terços da safra brasileira de café arábica terem sido colhidos, não há oferta sobrando no mercado. O arábica, tipo 6, bebida dura para melhor continua cotado nominalmente a cerca de R$ 210/sc de 60 kg, no sul de Minas e os produtores pedem valores aproximadamente R$ 10 a mais por saca.
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