Segundo ele, a medida permitirá ampliar a competitividade do país na União Europeia, “provavelmente aumentando seus embarques desses produtos para o bloco”. Matos destaca ainda o efeito sobre investimentos e desenvolvimento regional. “Outro fator que será relevante é o potencial aumento dos investimentos nas indústrias de cafés industrializados no Brasil”, diz.
Para o diretor do Cecafé, o acordo também credencia o país para novas negociações comerciais. “De certa maneira, essa aceitação da atuação governamental brasileira pode ser entendida como uma qualificação para futuros acordos, como se tivéssemos subido de patamar”, afirma. Ele acrescenta que o setor acompanha conversas em curso com o Canadá e países asiáticos para ampliar a presença dos cafés do Brasil no mercado global.