Atuar no exterior exige modelo de gestão global
Em 2002, quando os irmãos Rafael e Rodrigo Peres, donos da torrefação Café do Centro, receberam a visita de um grupo de empresários japoneses interessados em negociar com uma empresa de tradição no ramo, não imaginavam que quatro anos depois abririam uma cafeteria própria em Tóquio. "O movimento de internacionalização das pequenas e médias empresas brasileiras tem crescido nos últimos anos mais por uma tendência natural de um mercado globalizado do que por incentivos", afirma Felipe Borini, professor de mestrado de gestão internacional da ESPM.