Produzir pra quê?
Espaço Aberto: Há tempos nos deparamos, estampada nas páginas dos periódicos especializados, com a atividade agropecuária brasileira sendo o sustentáculo de nossa balança comercial. Mas, se assim tem sido, o produtor brasileiro (seja ele agricultor ou pecuarista), deve estar sendo muito bem remunerado, assistido e valorizado, não é mesmo? Infelizmente, ao contrário do pensamento leigo geral, a resposta a este questionamento está longe de ser positiva. Por Guilherme A. de Mello Franco
Publicado em: - 4 minutos de leitura
Até aí, nada de novidade, porque este estado de coisas sempre foi figurinha fácil em quaisquer previsões e comemorações a cada final de exercício.
Mas, se assim tem sido, o produtor brasileiro (seja ele agricultor ou pecuarista), deve estar sendo muito bem remunerado, assistido e valorizado, não é mesmo?
Infelizmente, ao contrário do pensamento leigo geral, a resposta a este questionamento está longe de ser positiva.
Em primeiro plano, estamos envolvidos em uma cultura que não valoriza a denominada “prata da casa”, que cultua o produto estrangeiro como sendo muito melhor que o nacional, mesmo que, em essência, não o seja.
Possuir ou adquirir estes estrangeirismos é sinal de status em nossa pobre sociedade, ainda que o produto nacional similar seja mais barato e mais eficiente.
Em segundo plano, o desinteresse governamental com as coisas do campo é patente, chegando ao extremo de, literalmente, matar a sua “galinha dos ovos de ouro”, com permissões eleitoreiras e ideológicas, como a constante importação de leite em pó, mesmo quando a safra brasileira encontra-se em plenos pulmões, o que faz com que o preço do produto, no mercado interno, caia a níveis menores que o custo de produção e, assim, os produtores paguem para produzir, o que, sob qualquer aspecto econômico é inviável e desastroso.
Em terceiro plano, a falta de uma política específica sobre a agropecuária nacional nos leva a ver o produtor escravo da indústria, que faz com ele o que quer, na certeza de que não haverá reação e que a exploração do homem pelo homem não terá nunca limites em nossos hemisférios social e político.
Em quarto plano, as políticas assistencialistas, voltadas, única e exclusivamente, para o voto, têm dilapidado a mão de obra campesina, de sorte que é muito melhor ficar à toa, esperando o dinheiro (ainda que pouco) dos bolsa escola, vale gás, bolsa família e tantas outras bolsas cair nas contas, todo final do mês, que suar a camisa nos quadrantes de uma fazenda qualquer.
Em quinto plano, o descaso com a educação, com a saúde, com a qualidade de vida das populações rurais, castra toda e qualquer ideologia e evita a permanência do homem no campo, atraído pelo canto de sereia da cidade grande, onde ele pode ter melhor salário, melhor residência, melhor escola, melhor sistema de saúde, melhor vida (o resultado final deste enredo é a favela, o abandono das ruas, a linha abaixo da pobreza).
Em sexto plano, as constantes exigências de melhoria de qualidade da produção nacional, voltadas somente para o produtor e, quase nunca, desferidas contra as plantas industriais, que anunciam medidas quase sempre inviáveis ao pequeno e ao médio rurícola, vêm desestimulando e inviabilizando dezenas de bons agropecuaristas que, todos os dias, fecham suas porteiras.
Em sétimo plano, a falta de uma assistência técnica eficiente, barata e democrática, além da propaganda maciça de bens e sistema de produção não condizentes com a realidade brasileira, levam à contramão genética e produtiva, que faz com que a média individual de produção de uma vaca nacional não passe dos pífios cinco litros por dia.
Em oitavo plano, a falta de infraestrutura viária, portuária e de armazenamento tem tornado o escoamento e a armazenagem da produção um verdadeiro caos, mesmo – e, ainda mais – com as enormes safras que têm sido colhidas no Brasil, levando à perda de mais de trinta por cento de todo o fruto das searas nacionais.
Em nono plano, a presença de um política internacional pífia, que se curva ante nações muito menos expressivas comercialmente que a nossa, engolindo atitudes que, em outras plagas levariam à guerra, à retaliação, ao embargo e que tornam nossa presença no comércio exterior digna de pena.
Em décimo plano, a falta de fiscalização do cumprimento das determinações legais por parte dos que por elas são atingidos, companheira inseparável da certeza de impunidade, que determina o descrédito com as normas constituídas e com a lisura da produção levada às gôndolas dos supermercados, o que diminui sobremaneira o consumo.
Em décimo primeiro plano, uma política cambial predatória que encarece os meios de produção e avilta o preço do produto, promovendo o falecimento de diversos projetos bem intencionados e viáveis e que concentra, nas mãos de poucos, grande parte das safras.
A conclusão a que chegamos, após apontarmos todos estes entraves ao bom andamento da produção agropecuária nacional é, infelizmente, a de que não há porque produzir, no Brasil, se, ao final de todo o ciclo, estaremos pagando para manter nossa atividade, trabalhando sempre endividados, desmotivados, desvalidos, abandonados, órfãos.
Se não houver uma reviravolta no foco governamental sobre a atividade agropecuária pátria, tratando os produtores com o respeito e a consideração que merecemos, teremos que importar até o ar que respiramos, mesmo sendo, o Brasil, o virtual celeiro do mundo.
Material escrito por:
Guilherme Alves de Mello Franco
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DIVINÓPOLIS - MINAS GERAIS - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
EM 24/12/2013
Qual é seu email de contato?
Sempre bom trocar informações, estou pensando em retornar atividade leiteira rsrs isso é uma cachaça viu
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 15/12/2013
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
ALFA MILK
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
=HÁ OITO ANOS CONFINANDO QUALIDADE=
http://www.fazendasesmaria.com
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 08/12/2013
Esta manipulação do preço do leite sempre existiu no Brasil, muito por culpa das entidades governamentais que se preocupam muito mais em punir aos produtores do que fiscalizar a indústria e, também, pelo caráter de perecível que porta o leite, eis que não pode ser armazenado - como os grãos, por exemplo - nem mantido no úbere das vacas (tal como acontece com a pecuária de corte que pode, simplesmente, não matar o boi e mantê-lo no pasto).
Ou seja, ou entregamos, cotidianamente, o leite para o industrial, ou temos que jogá-lo fora.
Com isso, temos o único produto do mundo em que quem produz não coloca preço nele e, com isso, o valor que recebemos é um mistério até chegar às nossas contas bancárias, sempre com muito susto (rsrsrs).
Esta é, sem sombra de dúvidas, a maior razão para o abandonar a atividade que você cita: incerteza quanto ao futuro, se poder-se-á ou não pagar todas as contas no final do mês.
E, credite, não é por falta de planejamento, de ter sempre em mente o quanto se gasta, o quanto se produz e o quanto se obtém no final - muito mais por não se saber, ao certo, o que vão nos pagar.
Por tais situações e que lemos, todos os dias, nas excelentes páginas virtuais deste mesmo MILKPOINT, que a indústria tal teve lucro bilionário, que a indústria tal ampliou sua planta, que a indústria tal colocou em funcionamento mais uma fábrica, que a indústria tal lançou um novo produto...
Enquanto isso, nossas contas sempre no vermelho, nosso quadro sempre no desespero, nossa vida profissional sempre por um fio.
E os "sapos barbudos" sempre coaxando (rsrsrs).
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
ALFA MILK
FAZENDA SESMARIA - OLARIA - MG
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DIVINÓPOLIS - MINAS GERAIS - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
EM 05/12/2013
Governo atual como os anteriores, nunca se importaram com os produtores rurais, não temos subsidios como países da Europa, Australia, America do Norte e tantos outros.
A mesa do brasileiro a comida é barata e farta, nas COSTAS DO PRODUTOR, justamente pra manter uma turma ai no poder.
O "Sapo Barbudo" ao inves de trabalhar pra subsidiar nossa agricultura ficava arrotando na TV para outros países abandonar os subsidios.
Como escutei e vi ele, chegando a dizer que se preocupava com agricultura na Africa, não se preocupava com agricultura no Brasil porque eramos competitivos, isso com mais de 400 mil produtores de leite abandonando atividade na era do partido dele, é mole?
Cara isso é uma Juiz de Fora ou Uberlandia.
Esse governo atual tem mais agravantes de estimular que não produz, não era de esperar algo diferente de gente que nunca plantou um pé de mandioca na vida.
Pior ainda são a "turma dos laticionios", gente que nunca pisou em um curral ou teve gado roubado..... vir aqui dizer que nunca se pagou tão bem pelo preço do leite, quando todo mundo sabe que foi resultado da debandada dos produtores da atividade, faltou leite no mercado, Brasil tem um deficit e importa leite em pó dos vizinhos.
Ainda não acredito nesses números, foram muitos produtores que retiravam por dia 1 mil, 2mil, 3mil......se retiraram da atividade e não vi nenhum retornando.
Alguns anos atrás quando abandonei atividade, houve uma "CPI" do leite, que na verdade foi pra politico aparecer, quando foi chamando o presidente da maior usina da America Latina(que todo mundo conhece pq empresa nasceu em Minas), foi indagado pelo preço baixo pago aos produtores, ele disse que o superavit era para montarem uma fabrica de biscoito, juro que até hoje mais de 10 anos não vi nenhum biscoito com nome da dita empresa ou com algo ligado rsrsrs
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 05/12/2013
Calígula, em sua certa loucura, disse, com rara propriedade, que "cada povo tem o governo que merece".
Se nós, que estamos vendo todo o estado de coisas que tem se alojado no campo, vamos votar, de novo, na Dilma, é porque a merecemos e, mais ainda, merecemos passar por tudo o que nós sempre passamos.
As regras rígidas somente existem para nós, os produtores de leite.
Enquanto isso, a indústria nada de braçada, manda e desmanda no setor, altera o preço pago pelo nosso produto a seu bel prazer. Nunca temos conhecimento de que alguma delas foi penalizada por falta de condições no produto que comercializam.
Em contrapartida, todo mês nos chegam narrativas de desmando, com cobrança exagerada dos produtores (além de não pagarem pela qualidade ainda descontam os valores quando as "análises" vêm fora dos padrões - o que, estranhamente, só acontece na safra).
Este é o quadro em que estamos alojados, sem falar naqueles que deveriam nos defender, mas, pelo contrário, nos prejudicam.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
ALFA MILK
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DIVINÓPOLIS - MINAS GERAIS - REVENDA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
EM 03/12/2013
Povo brasileiro tem certa culpa, já cansei de ver produtor rural, empresario, comerciante, dentista.......enfim profissionais de A a Z, que se tornam POLITICOS e esquecem um dia o que foram......
Não quero nem comentar sobre o chamado politico profissional, aquele que nunca fez nada na vida e se aposenta ainda como tal rsrs
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 30/11/2013
Por certo, a "insegurança jurídica" de que você trata não está locada no sistema legal brasileiro, um dos melhores do mundo, mas, sim, em seus aplicadores.
Decisões judiciárias as mais desprovidas de lógica e de preparo social de seus autores têm chacinado a norma, a tal ponto que, o comum dos cidadãos, já não acredita ou não entende o papel da Justiça.
Mas, discordo de que este seja o maior problema do Brasil produtor, eis que vislumbro que este seria a ação da política sobre a manifestação volitiva do cidadão, uma política de interesses particulares e setorizados, que visa muito mais ao voto que à solução dos problemas.
Os casos das situações fundiária e indígena são marcos indeléveis desta constatação. Pessoas que só visam à satisfação de determinadas castas votantes, têm assumido papeis desastrosos na condução dos rumos da agropecuária nacional, mais fascinados com os resultados das urnas que com o próprio cidadão a quem deveriam prestar contas.
Assim demarcam extensas terras aos povos indígenas (que já não utilizam nem as que antes possuíam, por falta de vontade ou de conhecimento para tanto), limitam a produtividade por meio de estratagemas predadores, emperram o desenvolvimento com a burocracia exacerbada e colocam em setores extremamente técnicos personagens políticas, totalmente desprovidas de capacitação para o exercício das funções, como parece ser o caso recente da FUNAI., onde há centenas de demarcações onde, antes, não existia nenhum indígena (se é que há algum dentre os atuais indivíduos que, realmente, possa ser assim taxado, eis que, hoje, índio fala inglês, tem "internet" e anda de S-10, tão diferentemente dos tempos cabrálicos).
Quanto ao movimento sem terra e à reforma agrária, o Governo Federal, ainda uma vez mais voltado ao voto, tira a terra do real proprietário, que a tem improdutiva por anos de descaso dos governantes, que não lhe oferecem a mínima condição de produção para entregá-la a terceiro, que nunca foi trabalhador rural (maioria) e que vai ficar na mesma situação que o dono original da terra ou, pior ainda, dará ao novo as condições que nunca ofereceu àquele. Um contrassenso.
Dê condições ao real proprietário e não haverá necessidade de reforma agrária, posto que inexistirão terras improdutivas.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
ALFA MILK
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JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 27/11/2013
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 27/11/2013
Até quando?
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 12/11/2013
Há outros meios de pressão, como, por exemplo, doar a produção entre os mais carentes, como já vimos acontecer com o leite, em diversos países do mundo.
Devemos usar nossa força para melhorar o mundo, não para desperdiçar alimentos de boa qualidade.
Definitivamente, "derrubar um percentual das floradas de nossos cafezais" não será uma boa solução.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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TORRINHA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 11/11/2013
Sozinhos não somos ninguém, porém a força da união já provou ser eficiente!
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 11/11/2013
Quando eu defendo o modelo de criação mais eficiente e profissional, quero que o produtor de leite do Brasil seja tão desenvolvido quanto os dos principais Países, deixe de pensar como um subdesenvolvido e passe a ver o futuro não com desânimo, mas, sim, com bons olhos.
Só assim, com produtividade, eficiência e tecnologia (não só lucro) é que poderemos alcançar o lugar de destaque que podemos galgar e nos transformarmos no maior polo leiteiro do mundo.
Mas, enquanto persistir a pequenez de pensamento, a adoção do mais fácil, do mais barato, estaremos, sempre, aonde estamos - no meio da tormenta da desesperança, da servidão e do descaso.
QUERO MUDAR ESTE QUADRO E ESPERO CONSEGUIR.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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TORRINHA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 11/11/2013
Alguém concorda que seria uma saída?
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 11/11/2013
Continue defendendo todos nós e não somente o sistema de produção (confinamento) (rsrsrs).
Abraços.
Olímpio Aguiar
JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 11/11/2013
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 11/11/2013
Espero que minhas palavras encontrem o necessário eco e possamos modificar os panoramas que nos desenham um futuro um tanto quanto negro.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 11/11/2013
Agora, parece a situação estar pior que naquela época, porque o vilão maior, desta feita, não é o clima, mas, sim, a política agrícola inexistente que assola este País, há, pelo menos, doze anos.
O Brasil já teve orgulho do Café, que figurava, até mesmo, na camisa da Seleção de Futebol. Hoje, os produtores, como você, estão sendo deixados às traças, atolados em dívidas, num barco à deriva e indo a pique, sem nenhum bote ou colete salva-vidas.
É lamentável.
Quanto aos vilões, o leite já foi apontado, diversas vezes, como o causador da inflação (veja só) ainda na época em que seu preço sequer remunerava os meios de produção.
Nós estamos bancando este País não só desde o "Plano Real", mas desde o engodo do Governo João Figueiredo, com aquela história do "Plante que o João garante".
Aliás, para ser mais preciso, sempre bancamos, pois não podemos nos esquecer da Política "Café com Leite" que vigorou por muitos anos.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 10/11/2013
Toda vez que há a circulação das ideias, o mundo fica um pouco melhor.
A atuação da Senadora Kátia Abreu tem sido a mesma da entidade que representa: nenhuma.
Apontem-me algum benefício concreto que a CNA - Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária fez por algum de nós, a não ser nos executar, aos milhares, para receber, na Justiça do Trabalho, os milhões de reais que são gerados pela contribuição compulsória, também conhecida como imposto sindical, mesmo quando não somos ligados a nenhuma entidade de classe ou não temos condições de arcar com estes ônus.
Por isso, os "negócios da China" não gerarão nenhuma benesse para nenhum de nós, os produtores, malgrado termos sustentado os convivas durante o oriental passeio.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
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JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE
EM 10/11/2013
Em palavras outras, não há interesse em resolver a situação dos mais empobrecidos, mas, sim, em mantê-los encerrados nos currais eleitorais em que se encontram.
Com tudo isso, a evolução da pecuária leiteira do Brasil só acontece por força e abnegação de nós, os profissionais do setor, que evoluímos por nós mesmos, amamos nossos animais e temos o sangue branco (de leite), muito embora o Governo Federal sempre tente atrapalhar, com a estapafúrdia ideia de que, se o produtor ganhar o justo pelo leite que fornece, os pobres não terão acesso ao mesmo, esquecendo que os que menos auferem com a cadeia produtiva somos, justamente, os que produzimos.
Resta, portando, aos produtores de leite pátrios fazerem, por si sós, as suas partes, sem esperar nada de nossos governantes.
Um abraço,
GUILHERME ALVES DE MELLO FRANCO
ALFA MILK
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VENDA NOVA DO IMIGRANTE - ESPÍRITO SANTO
EM 10/11/2013